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    Pesquisa nas Definições por:

    ALOJA-MAS

    capaz | adj. 2 g.

    Que tem capacidade para (ex.: o hotel é capaz de alojar duzentas pessoas)....


    lapicida | adj. 2 g.

    Diz-se do molusco que abre buraco nas pedras para nele se alojar....


    abegoaria | n. f.

    Conjunto do gado e das alfaias de uma propriedade agrícola....


    alojo | n. m.

    Alojamento....


    pensão | n. f.

    Renda que se paga vitaliciamente ou por determinado tempo a alguém, ao abrigo de determinado regime jurídico ou como recompensa de serviços (ex.: pensão de invalidez; pensão de reforma; pensão vitalícia)....


    fómite | n. m.

    Objeto ou material que pode alojar um agente infeccioso e permitir a sua transmissão....


    caravana | n. f.

    Elevado número de pessoas que se reúnem para, com maior segurança, viajar por sítios desertos ou perigosos....


    cocheira | n. f.

    Casa onde se guardam carruagens....


    rulote | n. f.

    Reboque que se atrela a veículos automóveis, dotado de equipamento e de espaço próprios para alojamento. (Equivalente no português do Brasil: trailer.)...


    estrebaria | n. f.

    Local para recolher cavalos e guardar arreios....


    nacela | n. f.

    Moldura côncava na base de uma coluna....


    pocilgo | n. m.

    Alojamento de porco ou de porcos....


    senzala | n. f.

    Conjunto de alojamentos destinados aos escravos de uma fazenda ou casa senhorial (ex.: azáfama da senzala para a casa-grande começava logo cedo)....


    autocaravana | n. f.

    Veículo automóvel equipado e preparado para alojamento (ex.: nas férias alugaram uma autocaravana). [Equivalente no português do Brasil: motocasa.]...



    Dúvidas linguísticas


    A palavra perfuctório pode ser flexionada como? Perfunctoriedade, perfunctoricismo ou perfunctorabilidade? Ou seja, existe como flexioná-la?


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?