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    Pesquisa nas Definições por:

    ADULAR-TO

    adulativo | adj.

    Que serve para adular ou que envolve adulação....


    lambeação | n. f.

    Adulação; bajulação; engrossamento....


    Tendência para elogiar de modo servil ou exagerado; qualidade, dito ou ação de puxa-saco....


    sabujice | n. f.

    Adulação servil; servilismo; caráter de sabujo....


    Ato ou efeito de incensar com o turíbulo....


    adulária | n. f.

    Variedade de ortóclase caracterizada pela cor leitosa e esbranquiçada, usada como pedra preciosa....


    rapapé | n. m.

    Mesura, cortesia que se faz arrastando o pé para trás....


    incenso | n. m.

    Substância resinosa aromática....


    graxa | n. f. | n. m.

    Composição à base de cera que serve para conservar e dar lustro ao calçado e a outros objetos....


    zumbaia | n. f.

    Cortesia profunda....


    afago | n. m.

    Ato de afagar....


    Tendência para elogiar de modo servil ou exagerado; qualidade, dito ou ação de lambe-botas (ex.: trata-se de um caso típico de lambe-botismo inerente aos bastidores do poder)....




    Dúvidas linguísticas


    Ao utilizar um parafuso sobre uma rosca, de maneira indevida ou forçada, ocorre um desgaste ou mesmo uma inutilização desta rosca. Sempre utilizei e ouvi o termo "espanar" a rosca. O termo está incorreto?


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?