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    acovardasse

    acobardar | v. tr. e pron.

    Encher(-se) de medo; tornar(-se) cobarde....


    acoelhar | v. tr., intr. e pron.

    Tornar ou ficar acanhado ou assustado....


    amarelar | v. tr., intr. e pron. | v. tr. e intr. | v. intr.

    Tornar(-se) amarelo (ex.: à noite, a luz do candeeiro amarelava os prédios; as folhas das árvores amarelaram; gradualmente, a borracha amarelou-se com o sol)....


    amunhecar | v. intr.

    Deixar cair as rédeas de uma cavalgadura....


    arregar | v. intr. | v. intr. e pron.

    Mostrar vontade de se render; revelar receio ou fraqueza perante um adversário....


    apichar | v. tr. | v. pron.

    Provocar ou incitar a morder (ex.: apichar o cão)....


    acovardar | v. tr. e pron.

    Encher(-se) de medo; tornar(-se) covarde....


    encovardar | v. tr. e pron.

    O mesmo que acovardar....



    Dúvidas linguísticas


    Gostaria de saber em que situações se utiliza liberto e libertado.


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?