Pesquisa nas Definições por:

    acarretaram-mas

    carreto | n. m.

    Ato de acarretar....


    carrejar | v. tr.

    Carrear, acarretar....


    gafar | v. tr. | v. intr. e pron.

    Contaminar com gafeira....


    implicar | v. tr. | v. tr. e pron. | v. tr., intr. e pron. | v. tr. e intr.

    Causar algum tipo de obstáculo ou de impedimento....


    salmejar | v. tr. e intr. | v. tr.

    O mesmo que salmear....


    acartar | v. tr.

    Transportar carga à cabeça, ao ombro, em mãos, etc. (ex.: acartar água; acartar lenha)....


    valer | v. tr. | v. intr. | v. pron.

    Ter o valor de....


    coche | n. m.

    Tabuleiro em que se acarreta a cal amassada....


    cocha | n. f.

    Tabuleiro em que se acarreta a cal amassada....


    acarretar | v. tr.

    Transportar em carreta....



    Dúvidas linguísticas


    Minha dúvida de hoje se refere ao uso dos advérbios com terminação -mente. Exemplos: diretamente, comercialmente, industrialmente... São palavras não dicionarizadas, porém citadas no próprio dicionário na definição de outras palavras. Já a palavra conseqüentemente, muito usada na linguagem coloquial, também não é dicionarizada, mas imagino ser um erro ortográfico. Verdade? Gostaria de ter uma explicação a respeito da formação/construção desses advérbios (terminados em -mente). Creio estar no radical a chave do problema. No entanto, gostaria de ter mais segurança ao escrevê-los. Como saber se é um erro ou não, se nem todos os advérbios falados no dia-a-dia estão dicionarizados?


    Em reconhecimento ao serviço público e gratuito de qualidade que vocês prestam, estou reportando um erro encontrado no vosso serviço de conjugação. No Subjuntivo, vocês têm "que eu fosse/que tu fosses..." e "se eu for/se tu fores...", quando o correto, visto noutro conjugador, é "se eu fosse/se tu fosses..." e "quando eu for/quando tu fores...".