Significado de fidelíssimas

    A forma fidelíssimasé [derivação feminino plural de fielfiel].

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    fielfiel
    ( fi·el

    fi·el

    )

    adjectivo de dois génerosadjetivo de dois géneros

    1. Que guarda fidelidade. = LEAL

    2. Constante.

    3. Verídico, exato.

    4. Seguro.

    5. Probo, honrado.

    6. Que não falha.

    7. Que tem ou teve a fé religiosa.

    nome masculino

    8. O mesmo que fiel da balança.

    9. Empregado de confiança.

    10. Ajudante de tesoureiro.

    11. Guarda de armazém.

    fiéis

    nome masculino plural

    12. Conjunto dos cristãos.

    13. Conjunto dos sectários de qualquer religião.

    14. [Antigo] [Antigo] Árbitros; louvados.


    fiéis de deus

    Monte de pedras, geralmente a assinalar uma sepultura, feito por viajantes à beira dos caminhos ou em ermos. = MOLEDRO

    fiel da balança

    Haste indicadora do equilíbrio da balança. = AGULHA, FIEL, LÍNGUA, LINGUETA

    fiel depositário

    Indivíduo que recebe um depósito de bens móveis, com responsabilidade perante a lei.

    etimologiaOrigem:latim fidelis, -e.
    vistoPlural: fiéis. Superlativo: fidelíssimo.
    iconPlural: fiéis. Superlativo: fidelíssimo.

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    grupo do dicionárioColectivo:Coletivo:Coletivo:rebanho.

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    exato | adj.

    Certo; em que não há erro, omissão, fraude, etc....


    fido | adj.

    Que é digno de confiança (ex.: fido esposo)....


    inconfidente | adj. 2 g.

    Que revela segredos alheios ou que revela aquilo que não deve ser revelado....


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    A palavra "fidelíssimas" nas notícias



      Dúvidas linguísticas


      Gostaria de saber se também é correcto escrever ouro ou louro. Normalmente utilizo, tanto na escrita como na fala, o ditongo oi, ou seja, loiro ou oiro. Não sei se estou certa, mas penso que o ditongo [ow] corresponde a um sistema linguístico mais antigo, que hoje em dia já não é muito utilizado.


      Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?