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último

últimoúltimo | adj. | n. m.
Será que queria dizer ultimo?
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úl·ti·mo úl·ti·mo


(latim ultimus, -a, -um)
adjectivo
adjetivo

1. Que vem ou está depois de todos. = DERRADEIROPRIMEIRO

2. Mais recente; mais novo.ANTIGO

3. Que está em vigor. = ACTUAL, PRESENTE

4. Que vem imediatamente antes. = ANTERIOR, PRECEDENTESEGUINTE

5. Que precede imediatamente o momento presente; que acabou de passar, que está mais próximo de alguém num tempo decorrido (ex.: as cheias da última semana provocaram vários estragos; o número de transplantes renais aumentou no último ano). = PASSADOPRÓXIMO

6. Que corresponde à fase final ou terminal de algo.

7. De que não haverá outro, posteriormente (ex.: último recurso). = DERRADEIRO, EXTREMO, FINAL

8. Menos distinto; mais vil. = INFERIORSUPERIOR

9. Que atenta ao pormenor ou às coisas mais pequenas. = ÍNFIMO, MÍNIMO

10. Que não volta atrás ou não pode ser revogado. = DECISIVO, DEFINITIVO, IRREVOGÁVEL

11. Mais sério, ou mais grave (ex.: últimas consequências).

nome masculino

12. Aquele ou aquilo que vem ou está depois.PRIMEIRO

13. O que ocupa a posição mais humilde.PRIMEIRO

14. O que foi mencionado depois de todos os outros.PRIMEIRO

15. Termo, fim.INÍCIO, PRINCÍPIO

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Dúvidas linguísticas


Em expressões como não análise, não excedente, não conhecimento, não aceitação, não provimento, etc., quando deve ser utilizado, ou não, o hífen?
A utilização do hífen em casos semelhantes aos apresentados é possível e até muito usual.

A palavra não, por se tratar de um advérbio, é uma palavra invariável usada geralmente para modificar um verbo (ex.: não comi), um adjectivo (ex.: pessoa não competente), outro advérbio (ex.: agindo não eficazmente) ou uma frase (ex.: não podemos deixar-nos adormecer) mas em geral não modifica substantivos. Por este motivo, é comum ligar este advérbio por hífen a um substantivo que se lhe segue, mas tal procedimento não é obrigatório, nem é regulado por qualquer indicação nos textos legais em vigor para a língua portuguesa.

O que é dito sobre o hífen no Acordo Ortográfico de 1945 (válido para o português europeu, mas muito semelhante ao que é dito no Formulário Ortográfico de 1943, válido para o português do Brasil) é bastante vago e nada esclarecedor sobre este assunto: “Emprega-se o hífen nos compostos em que entram, foneticamente distintos (e, portanto, com acentos gráficos, se os têm à parte), dois ou mais substantivos, ligados ou não por preposição ou outro elemento, um substantivo e um adjectivo, um adjectivo e um substantivo, dois adjectivos ou um adjectivo e um substantivo com valor adjectivo, uma forma verbal e um substantivo, duas formas verbais, ou ainda outras combinações de palavras, e em que o conjunto dos elementos, mantida a noção da composição, forma um sentido único ou uma aderência de sentidos.” (Base XXVIII [sublinhado nosso]).

O Acordo Ortográfico de 1990 não altera nada a este respeito.

O uso do hífen coloca então muitas dúvidas aos utilizadores da língua, pois não obedece geralmente a critérios lógicos, mas antes a convenções e muitas vezes é justificado devido à tradição de registo em dicionários de língua que funcionam como referência. Neste âmbito, surgem em muitos dicionários entradas com o elemento não- seguido de adjectivos, substantivos e verbos, mas como, em teoria, qualquer palavra de uma destas classes poderia ser modificada pelo advérbio não, o registo de todas as formas possíveis seria impraticável e de muito pouca utilidade para o consulente.

Em conclusão, podemos afirmar que o uso do hífen é possível para ligar o advérbio não a um substantivo; o uso do hífen para ligar o advérbio não a classes que são habitualmente modificadas por advérbios (verbos, adjectivos, advérbios) parece ser desnecessário, dadas as características da classe adverbial, mas nada o impede.




Numeração ordinal: numa série de dois mil e trezentos blocos, que lugar ocupa o último bloco? Será o dumilésimo tricentésimo lugar?
A numeração ordinal a partir de 2000 utiliza frequentemente numerais cardinais para quantificar os milésimos (2000º = dois milésimo, 3000ª = três milésima, 11000º = onze milésimo). Adicionalmente, é também possível, como afirma Evanildo BECHARA em Moderna Gramática Portuguesa (Rio de Janeiro: Lucerna, 2002, pp. 206-209), formar estes numerais utilizando ordinais para quantificar os milésimos, se se tratar de um número "redondo", isto é, sem outro algarismo além do zero nas unidades, dezenas e centenas (2000º = segundo milésimo, 3000ª = terceira milésima, 11000º = décimo primeiro milésimo).

Não obstante, o Dicionário Houaiss regista alguns numerais ordinais sintéticos relativos a números acima de 1999, utilizando cultismos formados a partir de prefixos latinos: 2000º = bismilésimo, 3000º = termilésimo, 4000º = quatermilésimo, 5000º = quinquiesmilésimo, 6000º = sexiesmilésimo, 7000º = septiesmilésimo, 8000º = octiesmilésimo, 9000º = noviesmilésimo, 10000º = deciesmilésimo. Para todos estes numerais, o dicionário observa que são usualmente substituídos pela locução com o numeral cardinal seguido de milésimo (segundo milésimo, terceiro milésimo, quarto milésimo, quinto milésimo, sexto milésimo, sétimo milésimo, oitavo milésimo, nono milésimo, décimo milésimo).

As indicações acima são válidas também para os ordinais correspondentes a milhões (2000000º = dois milionésimo ou segundo milionésimo, 3000000ª = três milionésima ou terceira milionésima, 11000000º = onze milionésimo ou décimo primeiro milionésimo).

Especificamente sobre o numeral ordinal correspondente ao número 2300 poderá então ser uma de quatro hipóteses (uma vez que o numeral ordinal correspondente a 300 pode, por sua vez, corresponder a tricentésimo ou a trecentésimo): dois milésimo tricentésimo, dois milésimo trecentésimo, bismilésimo tricentésimo ou bismilésimo trecentésimo.
A palavra dumilésimo não se encontra registada em nenhum dicionário consultado, e resulta de uma analogia com ducentésimo, o ordinal correspondente à posição 200, que deriva do latim ducenti "duzentos".

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Palavra do dia

za·gai·ar za·gai·ar

- ConjugarConjugar

(zagaia + -ar)
verbo transitivo

1. Arremessar zagaia, tipo de lança curta.

2. Ferir ou matar com esse tipo de lança.

verbo transitivo e intransitivo

3. [Pesca]   [Pesca]  Pescar com zagaia, tipo de engodo artificial.

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in Dicionário Priberam da Língua Portuguesa [em linha], 2008-2021, https://dicionario.priberam.org/%C3%BAltimo [consultado em 27-09-2021]