Dicionário Priberam da Língua Portuguesa
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éé | s. m.
ee | conj. coord.
ee | s. m. | adj. 2 g.
Será que queria dizer é?
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é é
substantivo masculino

Nome da letra e ou E.


e |i| e |i| 2
(latim et)
conjunção coordenativa

1. Usa-se para ligar por coordenação constituintes ou frases (ex.: comprou uma camisa e uma saia; bandeira azul e branca; entrou e saiu).

2. Usa-se para indicar adição (ex.: dois e dois são quatro). = MAIS

3. Usa-se para indicar oposição (ex.: um diz uma coisa e o outro vem dizer o contrário; tão bom e tão barato). = MAS

4. Usa-se para coordenar constituintes ou frases, com valor enfático, de repetição ou de oposição (ex.: ele comeu e comeu e comeu; não podemos generalizar: há professores e professores).

5. Usa-se no início de frase para exprimir surpresa ou indignação (ex.: E você não disse nada, não protestou?).


e comercial
Sinal gráfico (&) usado para substituir a conjunção e, nomeadamente em nomes comerciais.


e |é| e |é| 1
(latim e)
substantivo masculino

1. Quinta letra do alfabeto português. [É aberto em , fechado em , átono em de e soa muitas vezes como i, no princípio ou em meio de palavras.]

2. Abreviatura de Eminência e Excelência.

adjectivo de dois géneros
adjetivo de dois géneros

3. Quinto, numa série indicada por letras.

Plural: és ou ee.Plural: és ou ee.
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Traduzir "e" para: Espanhol | Francês | Inglês

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Dúvidas linguísticas


Existem muitos verbos que usamos como transitivos diretos (ex.: Paula irritou Pedro), mas, quando usados com relação a Deus, sempre aparecem como indiretos (ex.: essa atitude irritou a Deus). Isso é correto?
No exemplo referido e em outros afins, trata-se de uma construção com um verbo considerado transitivo directo, mas usado com um complemento iniciado pela preposição a (que é uma construção típica dos complementos indirectos).

Por este motivo, poderia parecer à primeira vista que se trata de um complemento indirecto, como em ofereceu uma flor a seu pai = ofereceu-lhe uma flor. No entanto, em irritou a Deus, o complemento a Deus só pode ser pronominalizado com o pronome de complemento directo (irritou-O, e não *irritou-Lhe). Estes complementos são por isso habitualmente designados por complementos directos preposicionados.

As construções com complemento directo preposicionado são normalmente descritas pelas gramáticas como ocorrendo "com os verbos que exprimem sentimentos" (Celso CUNHA e Lindley CINTRA, Nova Gramática do Português Contemporâneo, Lisboa: Edições Sá da Costa, 1998, pp. 143), mas esta descrição é muito vaga e insuficiente, pois na verdade são construções usadas em contextos muito restritos e pouco usuais, geralmente apenas no discurso religioso. Estas construções ocorrem sobretudo em contextos com verbos como adorar, amar, bendizer, honrar, louvar ou temer e a palavra "deus" como complemento directo (ex.: amar a Deus), mas ocorrem também com outros complementos directos aos quais se dá, de alguma forma, uma relevância reverencial ou respeitosa (ex.: amar ao próximo).

Por outro lado, o conjunto de verbos a que se pode estender este tipo de construção é difícil de delimitar e identificar. O exemplo dado (irritou a Deus) é disso prova, pois o verbo irritar não aparece em gramáticas e dicionários nos exemplários de verbos com este comportamento, mas tem uso efectivo em discursos religiosos e afins.

Mais difícil ainda é delimitar quando é que estas construções se podem estender a outros complementos directos a que se quer dar carácter reverencial, com este ou com outros verbos considerados transitivos directos (por exemplo, se podemos ou não aceitar sem problemas Paula irritou a Pedro ou Paula admoestou a Pedro).

Pelos motivos acima apontados, pode dizer-se que a construção irritou a Deus não pode ser considerada incorrecta, pois segue um paradigma que é comummente aceite para outros verbos. No entanto, se se quiser evitar construções que possam ser polémicas ou questionáveis, o uso desta construção deverá ser limitado aos exemplos tidos como mais comuns (ex.: adorar a Deus, temer a Deus).




Sou assíduo consultor do site da Priberam para dúvidas sobre significação de palavras. Mas não consegui entender a diferença entre as palavras aluguéis e alugueres. Poderiam por favor esclarecer-me?
Aluguéis é a forma do plural do substantivo aluguel. Alugueres é a forma do plural do substantivo aluguer. As duas palavras aluguel e aluguer são sinónimas, sendo a primeira mais usada no português do Brasil e a segunda no português de Portugal.
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Palavra do dia

ba·a·í·smo ba·a·í·smo
(árabe baha, esplendor + -ismo)
substantivo masculino

[Religião]   [Religião]  Religião monoteísta, baseada no babismo, que enfatiza a união de toda a humanidade e de todas as religiões. = BAHAÍSMO

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in Dicionário Priberam da Língua Portuguesa [em linha], 2008-2020, https://dicionario.priberam.org/e???t?? [consultado em 21-01-2020]