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vaníssimo

A forma vaníssimopode ser [derivação masculino singular de vãovão] ou [adjectivoadjetivo].

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vaníssimovaníssimo
( va·nís·si·mo

va·nís·si·mo

)


adjectivoadjetivo

Muito vão.

etimologiaOrigem etimológica:latim vanissimus, -a, -um, superlativo de vanus, -a, -um, vazio, oco.
vãovão


adjectivoadjetivo

1. Vazio; oco.

2. Inútil, baldado.

3. Sem valor; ilusório, sem fundamento real.

4. Fútil.

5. Frívolo.

6. Vanglorioso.

7. Falso.

8. Ignorante.

9. Fantástico.

10. Ineficaz.


nome masculino

11. Espaço vazio.

12. Abertura formada na parede por porta ou janela.

13. Jogo de tabuinhas ou de cortinas pertencente a uma porta ou a uma janela.

14. [Brasil: Norte] [Brasil: Norte] Região clavicular; ápice do pulmão.

15. [Brasil: Goiás] [Brasil: Goiás] Vale, depressão entre montanhas.


em vão

Sem apoio, em falso; baldadamente, inutilmente.

vistoFeminino: vã. Plural: vãos.
iconFeminino: vã. Plural: vãos.

Anagramas



Dúvidas linguísticas



Qual a frase correcta: Para puderem educar os seus descendentes, os pais deviam conduzir-se bem? ou Para poderem educar os seus descendentes, os pais deviam conduzir-se bem?
As formas poderem e puderem são duas formas verbais parónimas com alternância vocálica que correspondem a dois tempos verbais diferentes. Poderem (lê-se /pudêrem/) é a forma da terceira pessoa do plural do infinitivo pessoal do verbo poder; este tempo verbal utiliza-se para exprimir uma acção ou processo, mas sem expressar o tempo ou o momento específico (ex.: O facto de poderem optar dá-lhes grande liberdade. Enviou uma fotografia para os avós poderem ver a neta). Puderem (lê-se /pudérem/) é a forma da terceira pessoa do plural do futuro do conjuntivo do verbo poder; este tempo verbal utiliza-se para apresentar uma acção futura como possível ou hipotética, geralmente em orações subordinadas (ex.: Eles irão ao cinema se puderem). Tendo em conta o exposto, a frase correcta é Para poderem educar os seus descendentes, os pais deviam conduzir-se bem.
O corrector sintáctico do FLiP alerta, entre outras coisas, para estas relações de paronímia.




Quando posso utilizar o apóstrofo na língua portuguesa? Posso utilizá-lo como na língua italiana?
O uso do apóstrofo está definido nos textos legais que regulam a ortografia portuguesa, nomeadamente nas bases XXXIII a XXXVIII do Acordo Ortográfico de 1945 ou na Base XVIII do Acordo Ortográfico de 1990. Refira-se que o novo acordo ortográfico não altera nada no uso do apóstrofo.

Segundo esses textos legais, o apóstrofo usa-se nos seguintes casos:
a) numa contracção em que um elemento pertence a um conjunto vocabular distinto (ex.: n'Os Lusíadas) ou em que se quer dar destaque com maiúscula a um elemento (ex.: acredito n'Ele);
b) na ligação das palavras santo ou santa (ex.: Sant'Ana) a alguns antropónimos e na ligação de alguns antropónimos (ex.: Nun'Álvares);
c) na elisão da vogal -e da preposição de em algumas palavras compostas, na maioria das vezes com a palavra água (ex.: copo-d'água, lobo-d'alsácia, mãe-d'água, pau-d'arco, queda-d'água, vinha-d'alhos).