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tratam

3ª pess. pl. pres. ind. de tratartratar
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tra·tar tra·tar

- ConjugarConjugar

verbo transitivo

1. Proceder para com.

2. Portar-se para com.

3. Haver-se para com.

4. Receber em casa e obsequiar.

5. Ajustar ou estabelecer as bases de. = DISCUTIR, NEGOCIAR

6. Dispensar cuidados a. = CUIDAR

7. Dar tratamento a; dispensar cuidados de saúde a (ex.: o veterinário está a tratar o animal).

8. Cuidar, fazer diligência por.

9. Ocupar-se de (ex.: ele tratou da burocracia).

10. Consertar, ajustar, contratar.

11. Qualificar.

12. Discutir, discorrer, debater.

13. Argumentar acerca de.

14. Ter como assunto (ex.: o romance trata (d)a falta de comunicação nas relações humanas).

15. Ter actividade profissional ou comercial em; trabalhar em (ex.: a empresa trata no negócio imobiliário).

verbo transitivo e pronominal

16. Ter relações sociais com. = CONVIVER, RELACIONAR

verbo pronominal

17. Ser o que urge mais.

18. Curar-se ou zelar pela própria saúde. = CUIDAR-SE

19. Alimentar-se, comer (ex.: ela trata-se bem).

20. Usa-se como verbo impessoal e seguido da preposição de para identificar algo, nomeadamente o assunto da discussão (ex.: tratava-se de um assunto confidencial; trata-se de novas estirpes do vírus).

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Dúvidas linguísticas


Eu gostaria de saber se a palavra pró-atividade se escreve junto ou sem hífen e o significado da mesma.
Os dicionários de língua portuguesa não são unânimes em relação à grafia destas palavras, que alternam entre pró-actividade (pró-atividade, no português do Brasil) e proactividade (proatividade, no português do Brasil) e pró-activo (pró-ativo, no português do Brasil) e proactivo (proativo, no português do Brasil), uma vez que existem ambos os prefixos (pró- e pro-) com o sentido “a favor" ou "em defesa de”. O prefixo pró- separa-se sempre do elemento seguinte por hífen (ex.: pró-actividade, pró-americano, pró-ocidental, pró-socialista) e o prefixo pro- nunca se separa do elemento que se lhe segue (ex.: proactividade, procataléctico, procatártico), pelo que nenhuma das grafias pode ser considerada incorrecta, apesar de se notar uma tendência mais acentuada, nas obras lexicográficas, para o uso do prefixo pró-. O uso e registo das formas proactivo e proactividade podem também estar relacionados com o facto de o étimo mais próximo dessas palavras ser o inglês proactive.

Pró-actividade é um conceito utilizado frequentemente na área de gestão de empresas e designa a capacidade que alguém ou algo tem de fazer com que determinadas coisas aconteçam ou se desenvolvam.

É de referir que, pelo menos até à entrada em vigor do Acordo Ortográfico de 1990, as formas proactividade e pró-actividade são exclusivas do português europeu e as formas proatividade e pró-atividade são exclusivas do português do Brasil.




A questão da regência verbal sempre foi problemática na língua portuguesa e, se calhar, em todas as outras. Mas, uma das regências mais controversas é a do verbo apelar. Uns insistem que a preposição exigida por este verbo é a, enquanto outros consideram que é para. Qual será então a forma correcta? Por exemplo, devemos dizer o padre apelou os crentes para se manterem fiéis à doutrina ou o padre apelou aos crentes a manterem-se fiéis à doutrina?
O verbo apelar pode ser intransitivo, isto é, admite uma construção sem complemento nominal obrigatório (ex.: O advogado apelou), ou transitivo indirecto, isto é, admite uma construção com um complemento nominal regido de preposição, que pode ser a, de ou para, consoante os contextos ou as acepções. A construção de apelar com a preposição de é usual no sentido que diz respeito a recurso de decisões ou sentenças (ex. O advogado apelou da sentença). As construções que parecem ser objecto de dúvida são aquelas em que se utiliza as preposições a ou para. Neste caso, ambas estão atestadas nos principais dicionários de língua e de regência verbais, sendo possíveis e correctas as construções O padre apelou aos crentes ou O padre apelou para os crentes. Esta construção pode ainda complicar-se como o exemplo apresentado sugere: O padre apelou aos crentes para se manterem fiéis.

Os dicionários e as gramáticas geralmente não se pronunciam sobre estas construções mais complexas, por haver dificuldade em descrevê-las ou designá-las. Neste caso, o complemento assinalado constitui um outro complemento indirecto que se articula com o primeiro. Do ponto de vista sintáctico, não parece existir motivo para a preposição não poder ser a mesma nos dois casos (ex.: O padre apelou aos crentes a se manterem fiéis.), mas para evitar ambiguidades ou dificuldades de percepção, a preposição deverá ser diferente. Se se entender que a construção é demasiado complexa, é possível simplificá-la apenas com um complemento indirecto, mantendo toda a informação semântica (ex.: O padre apelou a que os crentes se mantivessem fiéis ou O padre apelou para os crentes se manterem fiéis).

A construção que não respeita a regência do verbo é aquela em que existe um complemento directo, isto é, um complemento nominal não regido de preposição. Assim sendo, o exemplo *O padre apelou os crentes para se manterem fiéis à doutrina pode ser considerado agramatical, pois o verbo deve ter um complemento indirecto, logo o complemento destacado deverá ser introduzido por uma preposição: O padre apelou aos crentes para se manterem fiéis à doutrina.

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Palavra do dia

y·oun·gui·a·no y·oun·gui·a·no


(Young, antropónimo + -iano)
adjectivo
adjetivo

1. Relativo a Arthur Young (1741-1820), economista e agrónomo inglês, ou às suas doutrinas.

2. Relativo a Edward Young (1683-1765), poeta e filósofo inglês, ou à sua escola.

3. Relativo a Thomas Young (1773-1829), médico, físico e egiptólogo inglês, ou às suas teorias.

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