Significado de subtrair-se-te

    A forma subtrair-se-tepode ser [infinitivo de subtrairsubtrair], [primeira pessoa singular do futuro do conjuntivo de subtrairsubtrair], [primeira pessoa singular infinitivo flexionado de subtrairsubtrair], [terceira pessoa singular do futuro do conjuntivo de subtrairsubtrair] ou [terceira pessoa singular infinitivo flexionado de subtrairsubtrair].

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    subtrairsubtrair
    |a-í| |a-í|
    ( sub·tra·ir

    sub·tra·ir

    )
    Conjugação:irregular.
    Particípio:regular.

    verbo transitivo

    1. Tirar sem autorização; levar por astúcia ou fraude. = FURTAR, ROUBAR, SURRIPIAR

    2. Retirar às escondidas ou com subtileza. = SURRIPIAR

    3. Afastar da vista ou do alcance. = ESCONDER, LIVRAR, OCULTAR, LIVRAR

    verbo transitivo e intransitivo

    4. [Aritmética] [Aritmética] Operar a subtração. = DIMINUIR

    verbo pronominal

    5. Escapar da vista ou do alcance. = ESQUIVAR-SE, FUGIR

    etimologiaOrigem:latim subtraho, -ere, tirar de baixo.

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    iconeNota: este verbo conserva sempre o i temático; se é tónico e não forma sílaba com n ou r leva acento agudo; se é tónico mas forma sílaba com n ou r, não leva acento gráfico.

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    Esta palavra no dicionário

    astático | adj.

    Que não tem equilíbrio estável....


    diminuendo | n. m. | adv.

    Número de que se subtrai outro....


    aditivo | adj. | n. m.

    Que se adita ou acrescenta....


    subtração | n. f.

    Ato ou efeito de subtrair, de tirar por fraude ou logro; furto; roubo....


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      Dúvidas linguísticas


      Minha dúvida de hoje se refere ao uso dos advérbios com terminação -mente. Exemplos: diretamente, comercialmente, industrialmente... São palavras não dicionarizadas, porém citadas no próprio dicionário na definição de outras palavras. Já a palavra conseqüentemente, muito usada na linguagem coloquial, também não é dicionarizada, mas imagino ser um erro ortográfico. Verdade? Gostaria de ter uma explicação a respeito da formação/construção desses advérbios (terminados em -mente). Creio estar no radical a chave do problema. No entanto, gostaria de ter mais segurança ao escrevê-los. Como saber se é um erro ou não, se nem todos os advérbios falados no dia-a-dia estão dicionarizados?


      Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?