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semi-círculo

A forma semi-círculopode ser [masculino singular de círculocírculo] ou [nome masculino].

Sabia que? Pode consultar o significado de qualquer palavra abaixo com um clique. Experimente!
semicírculosemicírculo
( se·mi·cír·cu·lo

se·mi·cír·cu·lo

)


nome masculino

1. Metade de um círculo, hemiciclo.

2. [Matemática] [Matemática] Instrumento de forma semicircular dividido em 180 graus.

3. Transferidor.

círculocírculo
( cír·cu·lo

cír·cu·lo

)


nome masculino

1. Figura plana cuja periferia, circunferência, está toda a igual distância do seu centro.

2. [Por extensão] [Por extensão] Circunferência.

3. Nome genérico dos objectos circulares, como anéis, arcos de pipa, etc.

4. Circunscrição eleitoral que nomeia um ou mais deputados.

5. Andamento em torno.

6. [Figurado] [Figurado] Extensão, área, limite.

7. Conjunto de pessoas que partilham interesses ou actividades.

8. Grémio, clube, associação.

9. Conjunto de pessoas que está habitualmente junto de outra (ex.: círculo famíliar, círculo pessoal).


círculo máximo

[Geometria] [Geometria]  Círculo traçado na superfície de uma esfera e que tem o mesmo centro e o mesmo raio que ela (ex.: o equador é um círculo máximo).

círculo polar

[Geografia] [Geografia]  Cada um dos dois pequenos círculos da esfera terrestre paralelos ao equador e a 23°27'57'' de distância de cada um dos pólos (ex.: círculo polar antárctico; círculo polar árctico).

círculo vicioso

[Lógica] [Lógica]  Raciocínio que pretende demonstrar a verdade de uma proposição que só pode ser demonstrada através de outra, que por sua vez é demonstrada através da primeira.

Conjunto de problemas, ideias ou factos, geralmente negativos, que se encadeiam num processo sem resolução e regressam ao problema, ideia ou facto inicial.

etimologiaOrigem etimológica:latim circulus, -i, figura circular, anel.

Auxiliares de tradução

Traduzir "semi-círculo" para: Espanhol Francês Inglês


Dúvidas linguísticas



Última crónica de António Lobo Antunes na Visão "Aguentar à bronca", disponível online. 1.º Parágrafo: "Ficaram por ali um bocado no passeio, a conversarem, aborrecidas por os homens repararem menos nelas do que desejavam."; 2.º Parágrafo: "nunca imaginei ser possível existirem cigarros friorentos, nunca os tinha visto, claro, mas aí estão eles, a tremerem. Ou são os dedos que tremem?".
Dúvidas: a conversarem ou a conversar? A tremerem ou a tremer?
O uso do infinitivo flexionado (ou pessoal) e do infinitivo não flexionado (ou impessoal) é uma questão controversa da língua portuguesa, sendo mais adequado falar de tendências do que de regras, uma vez que estas nem sempre podem ser aplicadas rigidamente (cf. Celso CUNHA e Lindley CINTRA, Nova Gramática do Português Contemporâneo, Lisboa: Edições Sá da Costa, 1998, p. 482). É também por essa razão que dúvidas como esta são muito frequentes e as respostas raramente podem ser peremptórias.

Em ambas as frases que refere as construções com o infinitivo flexionado são precedidas pela preposição a e estão delimitadas por pontuação. Uma das interpretações possíveis é que se trata de uma oração reduzida de infinitivo, com valor adjectivo explicativo, à semelhança de uma oração gerundiva (ex.: Ficaram por ali um bocado no passeio, a conversarem, aborrecidas [...] = Ficaram por ali um bocado no passeio, conversando, aborrecidas [...]; nunca imaginei ser possível existirem cigarros friorentos [...] mas aí estão eles, a tremerem. = nunca imaginei ser possível existirem cigarros friorentos [...] mas aí estão eles, tremendo.). Nesse caso, não há uma regra específica e verifica-se uma oscilação no uso do infinitivo flexionado ou não flexionado.

No entanto, se estas construções não estivessem separadas por pontuação do resto da frase, não tivessem valor adjectival e fizessem parte de uma locução verbal, seria obrigatório o uso da forma não flexionada: Ficaram por ali um bocado no passeio a conversar, aborrecidas [...] = Ficaram a conversar por ali um bocado no passeio, aborrecidas [...]; nunca imaginei ser possível existirem cigarros friorentos [...] nunca os tinha visto, claro, mas aí estão eles a tremer. = nunca imaginei ser possível existirem cigarros friorentos [...] nunca os tinha visto, claro, mas eles aí estão a tremer. Neste caso, a forma flexionada do infinitivo pode ser classificada como agramatical (ex.: *ficaram a conversarem, *estão a tremerem [o asterisco indica agramaticalidade]), uma vez que as marcas de flexão em pessoa e número já estão no verbo auxiliar ou semiauxiliar (no caso, estar e ficar).




Ministrar pode usar-se como leccionar no seguinte contexto: curso de formação profissional ministrado para a entidade X? Se não, qual a palavra mais adequada para a frase indicada?
O verbo ministrar pode ser sinónimo de leccionar e, tal como este, quando selecciona um complemento indirecto constrói-se usualmente com a preposição a, pelo que no contexto indicado deveria figurar Curso de formação profissional ministrado à (= crase da preposição a + artigo definido a) entidade X.