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resguardado

resguardadoresguardado | adj.
masc. sing. part. pass. de resguardarresguardar
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res·guar·da·do res·guar·da·do


(particípio de resguardar)
adjectivo
adjetivo

1. Que se resguardou ou preservou de um dano ou perigo.

2. Que tem cobertura ou protecção. = COBERTO, PROTEGIDO, TAPADO


res·guar·dar res·guar·dar

- ConjugarConjugar

(re- + esguardar)
verbo transitivo

1. Guardar para que não sofra dano.

2. Abrigar, não deixar chegar a intempérie a.

3. [Pouco usado]   [Pouco usado]  Defrontar com, estar voltado para.

verbo pronominal

4. Abrigar-se, tapar-se, defender-se contra a intempérie.

5. Acautelar-se.

6. Observar dieta.

7. Empregar os meios precisos para preservar-se de dano.

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Dúvidas linguísticas


O verbo "saraivar" é um verbo abundante, depoente ou impessoal?
A tradição gramatical (cf. Celso CUNHA e Lindley CINTRA, Nova Gramática do Português Contemporâneo, 14.ª ed., Lisboa: Edições Sá da Costa, 1998, pp. 442-443) considera saraivar um verbo impessoal, isto é, com flexão apenas na 3.ª pessoa do singular e usado em frases desprovidas de sujeito (ex.: Saraivou durante a manhã). No entanto, é de referir que nem sempre há consenso entre os gramáticos quanto à defectividade de um dado verbo. De facto, obras como o Dicionário de Verbos Portugueses (Porto: Porto Editora, s.d.) ou o Dicionário Eletrônico Houaiss da Língua Portuguesa (versão 1.0, Instituto Antônio Houaiss, Dezembro de 2001), por exemplo, apresentam a conjugação completa deste verbo. Por seu lado, o Dicionário Gramatical de Verbos Portugueses (Lisboa: Texto Editores, 2007) classifica saraivar como verbo impessoal apenas na acepção de “cair saraiva”, apresentando a sua conjugação completa no paradigma de nevar, com as formas impessoais destacadas, observando que estes verbos podem ser conjugados hipoteticamente em todas as pessoas (ex.: As pedras saraivavam do topo da montanha).



No seguinte exemplo, o pronome do complemento directo deve vir antes ou depois do verbo?
- Já fizeste o trabalho?
- Sim, acabei de o fazer. / Sim, acabei de fazê-lo.
- Não, ainda tenho de o fazer. / Não, ainda tenho de fazê-lo.
Nas frases indicadas, as locuções verbais acabar de fazer e ter de fazer correspondem a construções em que os verbos acabar e fazer, seguidos da preposição de, são verbos auxiliares. Em geral, em locuções verbais com verbos auxiliares ou semiauxiliares (excepto com os que formam tempos verbais compostos: ex.: tem lido, foi lido), o clítico é colocado depois do verbo principal (ex.: O livro é interessante e posso lê-lo em dois dias; Ele veio visitar-me esta semana), podendo haver, menos consensualmente, colocação do clítico depois do verbo auxiliar ou semiauxiliar (ex.: O livro é interessante e posso-o ler em dois dias; Ele veio-me visitar esta semana). No entanto, quando a construção do verbo auxiliar ou semiauxiliar inclui uma preposição, especialmente de ou por, o pronome clítico pode ocorrer antes ou depois do verbo auxiliar (ex. Sim, acabei de o fazer. / Sim, acabei de fazê-lo), mas não depois do verbo auxiliar (ex. *Sim, acabei-o de fazer; o asterisco indica agramaticalidade).
Esta reflexão aplica-se também à outra frase apresentada (Não, ainda tenho de o fazer. / Não, ainda tenho de fazê-lo), mas nesse caso será ainda possível a opção Não, ainda o tenho de fazer, pois o advérbio ainda tem a propriedade de atracção do clítico (ver os casos referidos nas alíneas a) a j) da resposta posição dos clíticos).

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Palavra do dia

a·cap·no a·cap·no


(latim acapnus, -a, -um, do grego ákapnos, -os, -on)
adjectivo e nome masculino
adjetivo e nome masculino

Diz-se de ou o melhor mel que se extrai da colmeia sem expulsar as abelhas por meio de fumo.

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in Dicionário Priberam da Língua Portuguesa [em linha], 2008-2021, https://dicionario.priberam.org/resguardado [consultado em 01-12-2022]