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remota

fem. sing. de remotoremoto
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re·mo·to |ó|re·mo·to |ó|


(latim remotus, -us, particípio passado de removeo, -ere, mover para trás, recuar, afastar)
adjectivo
adjetivo

1. Que sucedeu há muito tempo. = ANTIGO, LONGÍNQUO

2. Que está longe. = AFASTADO, DISTANTE, LONGÍNQUO

3. Que é feito à distância (ex.: controlo remoto).

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Dúvidas linguísticas


Como se pronuncia a letra E quando falamos a, e, i, o, u? a, é ou e, i... E no alfabeto? A, b, c, d, e ou é... Quando vamos nos referir a letra e ou é numa palavra, como devemos pronunciar? Por exemplo, indaguei a um colega quantas letras E deveria colocar na palavra meeting. Ele me respondeu que não era letra e, mas sim letra é que deveria empregar. Qual seria a resposta correta?
O nome da letra E deverá ser lido [È] (este é o símbolo do alfabeto fonético equivalente ao E das palavras pé ou fera). Quanto à pronúncia da letra E, ela pode corresponder a vários sons, consoante o contexto e, por vezes, consoante as características lexicais de cada palavra. Assim, esta letra pode corresponder à vogal [È] como em pé, fera ou papel; à vogal [e] como em dedo, seu ou vê; à vogal [i] como em e (conjunção) ou eléctrico; à vogal [i] como em estudante; à vogal [á] como em coelho, igreja, senha ou eira; à semivogal [j] como em área ou es.

Da mesma forma, o nome da letra R é erre, mas não se pronuncia erre numa palavra (pronuncia-se [r] entre vogais, depois de uma consoante da mesma sílaba ou em final de palavra, como em caro, cobra ou falar; pronuncia-se [R] em início de palavra, em início de sílaba ou quando está duplicado como em rua, palrar, tenro ou carro).




Queria perguntar-vos sobre a utilização de em ou no/na antes de nos referirmos a lugares. Porque dizemos no Porto mas não na Lisboa? Porque tanto se diz na França como em França? Existe alguma regra para a utilização ou não de artigo definido (e respectivas contracções) quando nos queremos referir a um local? Por exemplo: porquê dizer fui ao Funchal e não fui a Funchal?
O uso de artigos definidos (o, a os, as) antes de topónimos (isto é, nomes próprios que designam lugares geográficos) não corresponde a uma regra rígida na língua portuguesa. As indicações dadas por gramáticas e prontuários são em geral fluidas e por vezes contraditórias, pelo que as respostas a questões relacionadas com este assunto raramente podem ser peremptórias.

Na Nova Gramática do Português Contemporâneo, de Celso CUNHA e Lindley CINTRA (Lisboa, Edições João Sá da Costa, 14.ª ed., 1998, pp. 228-231), são elencadas algumas indicações para o uso ou não do artigo definido com nomes geográficos.

Preconiza-se nomeadamente o uso de artigo antes de nomes de “países, regiões, continentes, montanhas, vulcões, desertos, constelações, rios, lagos, oceanos, mares e grupos de ilhas” (ex.: a Suíça, a Escandinávia, a Europa, o Pico, o Etna, o Sara, o Centauro, o Guadiana, o Tanganica, o Índico, o Adriático, as Baleares), mas facilmente um falante se lembrará de muitos contra-exemplos para estas indicações (a própria gramática lista alguns deles: Portugal, Angola, Moçambique, Cabo Verde, São Tomé e Príncipe, Macau, Timor, Andorra, Israel, São Salvador, Aragão, Castela, Leão).

Do mesmo modo se indica que não se usa geralmente o artigo definido “com os nomes de cidades, de localidades e da maioria das ilhas”, mas logo se apresentam contra-exemplos, nomeadamente os casos de nomes de cidades e localidades que derivam de um substantivo comum (a Guarda, o Porto, o Rio de Janeiro, a Figueira da Foz).

Estas indicações gerais são úteis e correspondem provavelmente à maioria dos casos, mas os muitos casos que as contrariam (é significativa a lista de excepções ou contra-exemplos que as gramáticas apresentam) tornam a decisão de empregar ou não o artigo quase dependente de cada topónimo e da experiência linguística do falante.

Há ainda casos de topónimos como Espanha, França, Itália, Inglaterra ou Chipre em que é oscilante o uso ou não de artigo (ex.: foi viver para (a) Espanha).

O topónimo Funchal é usado sobretudo precedido de artigo (ex.: viajo amanhã para o Funchal; estou no [= em + o] Funchal; vou ao [= a + o] Funchal) e poderá incluir-se na categoria de nomes de cidades ou localidades “que se formaram de substantivos comuns” (CUNHA e CINTRA, p. 230).

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Palavra do dia

pi·ca·tar·tes pi·ca·tar·tes


(latim pica, -ae, pega + latim científico Cathartes, género de abutre, do grego kathartês, -ou, limpador, purificador)
nome masculino de dois números

[Ornitologia]   [Ornitologia]  Designação dada a duas espécies de aves passeriformes da família dos picatartídeos, do género Picathartes.

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in Dicionário Priberam da Língua Portuguesa [em linha], 2008-2021, https://dicionario.priberam.org/remota [consultado em 26-05-2022]