Dicionário Priberam da Língua Portuguesa
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registo

registoregistro | n. m.
1ª pess. sing. pres. ind. de registarregistrar
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re·gis·to re·gis·tro


(latim tardio registrum, do latim regestum, particípio passado neutro de regero, -ere, levar para trás, tornar a levar, retirar, levar, trazer, transcrever)
nome masculino

1. Qualquer livro público ou particular onde se inscrevem factos ou actos que se querem conservar arquivados.

2. Acto de registar.

3. Cópia de um documento registado.

4. Seguro do correio (ex.: o registo é mais caro que a franquia).

5. Fortaleza ou barco encarregado da inspecção de um porto de mar.

6. [Marinha]   [Marinha]  Visita a bordo para conferir a exactidão dos manifestos, do rol da equipagem, dos livros, etc.

7. Fita ou sinal que se põe nos livros para indicar a página em que devem ser abertos.Ver imagem = FITILHO, MARCADOR

8. Mostrador.

9. Parte de um contador em que se indica o andamento desse aparelho.

10. Porta de dique ou de açude.

11. Torneira de fonte, de repuxo, etc.

12. Chave de torneira.

13. Peça do relógio que serve para regularizar o andamento dos ponteiros.

14. Placa móvel que permite regular a tiragem de uma chaminé ou de um forno. = BORBOLETA

15. [Linguística]   [Lingüística]   [Linguística]  Variação no uso da língua consoante as intenções do falante ou a situação de comunicação (ex.: registo de língua; registo familiar; registo formal; registo informal; registo popular).

16. [Música]   [Música]  Aparelho do órgão, do harmónio, do realejo, etc., que produz os sons que o teclado ou a manivela regulariza.

17. [Música]   [Música]  Conjunto de tubos de um órgão com timbre próprio.

18. [Música]   [Música]  Botão com que se move o registo desses instrumentos.

19. [Música]   [Música]  Aparelho que move os abafadores de um piano.

20. [Música]   [Música]  Extensão de voz de um cantor.


registo civil
Repartição onde se inscrevem os nascimentos, casamentos e óbitos.

registo predial
Registo hipotecário a cargo de um conservador.


• Grafia no Brasil: registro.

• Grafia no Brasil: registro.

• Grafia em Portugal: registo.

• Grafia em Portugal: registo.

re·gis·tar re·gis·trar

- ConjugarConjugar

(registo + -ar)
verbo transitivo e pronominal

1. Inscrever ou inscrever-se num registo (ex.: foram registar o recém-nascido; deve registar-se no hotel, à chegada).

2. Fornecer dados pessoais para ficar inscrito em alguma coisa ou associado a um serviço (ex.: é preciso registar o programa para ter apoio técnico; registou-se no site).

verbo transitivo

3. Tomar nota ou assentar algo, por escrito ou na memória, para não esquecer ou para servir de argumento quando necessário.

4. [Comércio]   [Comércio]  Inscrever numa máquina ou num sistema de registo de entrada o valor cobrado a ou recebido de um cliente, geralmente com emissão de documento comprovativo.

5. Fazer inscrever uma carta ou remessa postal no seguro do correio.

6. Marcar com regularidade as observações meteorológicas, a marcha de certos contadores, etc.

7. Declarar na alfândega. = LEALDAR

8. [Marinha]   [Marinha]  Matricular (um navio).

9. [Marinha]   [Marinha]  Visitar (um navio) para verificar se o que transporta está de acordo com os documentos comprovativos.


• Grafia no Brasil: registrar.

• Grafia no Brasil: registrar.

• Grafia em Portugal: registar.

• Grafia em Portugal: registar.
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Dúvidas linguísticas


Tenho uma dúvida na utilização dos pronomes "lhe" ou "o". Por exemplo, nesta frase, qual é a forma correta: "para Carlos não lhe perturbava a existência, ou mesmo a necessidade dos movimentos da vanguarda" ou " para Carlos não o perturbava a existência, ou mesmo a necessidade dos movimentos da vanguarda"?
A questão que nos coloca toca uma área problemática no uso da língua, pois trata-se de informação lexical, isto é, de uma estrutura que diz respeito a cada palavra ou constituinte frásico e à sua relação com as outras palavras ou outros constituintes frásicos, e para a qual não há regras fixas. Na maioria dos casos, os utilizadores conhecem as palavras e empregam as estruturas correctas, e normalmente esse conhecimento é tanto maior quanto maior for a experiência de leitura do utilizador da língua.

No caso dos pronomes clíticos de objecto directo (o, os, a, as, na terceira pessoa) ou de objecto indirecto (lhe, lhes, na terceira pessoa), a sua utilização depende da regência do verbo com que se utilizam, isto é, se o verbo selecciona um objecto directo (ex.: comeu a sopa = comeu-a) ou um objecto indirecto (ex.: respondeu ao professor = respondeu-lhe); há ainda verbos que seleccionam ambos os objectos, pelo que nesses casos poderá dar-se a contracção dos pronomes clíticos (ex.: deu a bola à criança = deu-lhe a bola = deu-lha).

O verbo perturbar, quando usado como transitivo, apenas selecciona objectos directos não introduzidos por preposição (ex.: a discussão perturbou a mulher; a existência perturbava Carlos), pelo que deverá apenas ser usado com pronomes clíticos de objecto directo (ex.: a discussão perturbou-a; a existência perturbava-o) e não com pronomes clíticos de objecto indirecto.

Assim sendo, das duas frases que refere, a frase “para Carlos, não o perturbava a existência, ou mesmo a necessidade dos movimentos da vanguarda” pode ser considerada mais correcta, uma vez que respeita a regência do verbo perturbar como transitivo directo. Note que deverá usar a vírgula depois de “para Carlos”, uma vez que se trata de um complemento circunstancial antecipado.




Gostaria de saber qual a combinação linguística mais correcta no seguinte caso: Grandes Centros de Decisão ou Grandes Centros de Decisões.
A locução de base da dúvida colocada é centro de decisão, e é uma locução que já se encontra relativamente cristalizada na língua. Se quisermos pluralizar esta locução, pluralizaremos naturalmente em centros de decisão, pois trata-se de uma locução formada por um substantivo seguido da preposição de e de outro substantivo e nestes casos geralmente só flexiona o primeiro substantivo. Quando se antecede a locução de um adjectivo (grande, no caso), a flexão será idêntica: grande centro de decisão --> grandes centros de decisão. Esta explicação será mais clara se o exemplo for mais prosaico: se tivermos uma locução como casa de banho (ex.: o apartamento tem uma casa de banho) e a quisermos pluralizar, flexionaremos intuitivamente como casas de banho (ex.: o apartamento tem duas casas de banho).

O que foi dito anteriormente não invalida que se possa utilizar a locução centro de decisões, menos usual, mas também possível e sem nenhuma incorrecção. Poder-se-ia igualmente qualificar esta locução com um adjectivo (grande centro de decisões) e pluralizá-la (grandes centros de decisões).

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Palavra do dia

cha·pli·nes·co |ê|cha·pli·nes·co |ê|


([Charles] Chaplin, antropónimo + -esco)
adjectivo
adjetivo

[Cinema, Teatro, Televisão]   [Cinema, Teatro, Televisão]  Relativo a Charles Chaplin (1889-1977), actor e realizador inglês, à sua obra, ao seu estilo ou à sua personagem Charlot. = CHAPLINIANO

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in Dicionário Priberam da Língua Portuguesa [em linha], 2008-2021, https://dicionario.priberam.org/registo [consultado em 04-03-2021]