Significado de recusava-se-lhe

    A forma recusava-se-lhepode ser [primeira pessoa singular do pretérito imperfeito do indicativo de recusarrecusar] ou [terceira pessoa singular do pretérito imperfeito do indicativo de recusarrecusar].

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    recusarrecusar
    ( re·cu·sar

    re·cu·sar

    )
    Conjugação:regular.
    Particípio:regular.

    verbo transitivo

    1. Não aceitar. = DECLINAR, REJEITAR

    2. Não permitir, não conceder.

    3. Não dar ou não atender a um pedido. = DENEGAR, NEGAR ≠ ACEDER

    4. Não querer.

    5. Não admitir.

    6. Livrar-se de algo desagradável. = EVITAR, FURTAR-SE, RESISTIR

    verbo pronominal

    7. Não se prestar a; não querer. = NEGAR-SE, OPOR-SE

    8. Não obedecer. = NEGAR-SE

    9. Não querer andar (o cavalo). = PEGAR-SE

    10. Privar-se de.

    11. [Jurídico, Jurisprudência] [Jurídico, Jurisprudência] Declarar-se incompetente.

    12. [Marinha] [Marinha] Cessar (o vento) de ser favorável.

    etimologiaOrigem:latim recuso, -are.

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    Esta palavra no dicionário

    decisivo | adj.

    Que decide ou em que há decisão (ex.: aquele foi o momento decisivo para encontrar o vencedor)....


    escuso | adj.

    Que se escusou ou foi objeto de escusa....


    negado | adj.

    Recusado; contestado....


    renuente | adj. 2 g.

    Que renui, recusa....


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    A palavra "recusava-se-lhe" nas notícias



      Dúvidas linguísticas


      Minha dúvida de hoje se refere ao uso dos advérbios com terminação -mente. Exemplos: diretamente, comercialmente, industrialmente... São palavras não dicionarizadas, porém citadas no próprio dicionário na definição de outras palavras. Já a palavra conseqüentemente, muito usada na linguagem coloquial, também não é dicionarizada, mas imagino ser um erro ortográfico. Verdade? Gostaria de ter uma explicação a respeito da formação/construção desses advérbios (terminados em -mente). Creio estar no radical a chave do problema. No entanto, gostaria de ter mais segurança ao escrevê-los. Como saber se é um erro ou não, se nem todos os advérbios falados no dia-a-dia estão dicionarizados?


      Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?