Significado de privado

    A forma privadopode ser [masculino singular particípio passado de privarprivar], [adjectivoadjetivo] ou [nome masculino].

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    privadoprivado
    ( pri·va·do

    pri·va·do

    )

    adjectivoadjetivo

    1. Que é condicionado ou reservado (ex.: acesso privado a um edifício). = PARTICULARPÚBLICO

    2. Que diz respeito à intimidade de um indivíduo (ex.: pensamentos privados). = ÍNTIMO, PARTICULAR, PESSOALPÚBLICO

    3. Que não pertence ao Estado (ex.: empresa privada).PÚBLICO

    4. Que está desprovido de algo ou de alguém (ex.: homem privado de liberdade). = DESTITUÍDO, FALTO

    nome masculino

    5. Indivíduo que goza dos favores de alguém e que é seu confidente. = FAVORITO, VALIDO

    6. Setor de uma atividade que não está subordinada ao Estado.

    etimologiaOrigem:latim privatus, -a, -um.

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    privarprivar
    ( pri·var

    pri·var

    )
    Conjugação:regular.
    Particípio:regular.

    verbo transitivo

    1. Desapossar.

    2. Tirar alguma coisa a. = ABSTER

    3. Conviver intimamente, tratar de perto, ter valimento (ex.: privar com a classe política).

    verbo pronominal

    4. Tirar a si próprio o gozo de alguma coisa. = ABSTER-SE

    etimologiaOrigem:latim privo, -are, pôr à parte, isentar, tirar, despojar.

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    • Significado de privado

    Auxiliares de tradução

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    Anagramas

    Esta palavra no dicionário

    acinésico | adj.

    Que não se mexe; privado de movimento....


    aglosso | adj.

    Privado de língua....


    anemático | adj.

    Diz-se do animal privado de sangue....


    Histórico de pesquisas

    A palavra "privado" nas notícias



      Dúvidas linguísticas


      Tenho uma dúvida na utilização dos pronomes "lhe" ou "o". Por exemplo, nesta frase, qual é a forma correta: "para Carlos não lhe perturbava a existência, ou mesmo a necessidade dos movimentos da vanguarda" ou " para Carlos não o perturbava a existência, ou mesmo a necessidade dos movimentos da vanguarda"?


      Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?