Dicionário Priberam da Língua Portuguesa
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privadaprivada | s. f.
fem. sing. part. pass. de privarprivar
fem. sing. de privadoprivado
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pri·va·da pri·va·da
(feminino de privado)
nome feminino

1. [Brasil]   [Brasil]  Compartimento dotado de sanita. (Equivalentes no português de Portugal: casa de banho, quarto de banho, retrete.) = CASINHA, SANITÁRIO

2. [Brasil]   [Brasil]  Peça, geralmente de loiça, que recebe os dejectos humanos (ex.: não jogue cabelo na privada). (Equivalentes no português de Portugal: retrete, sanita.)Ver imagem = SENTINA, VASO SANITÁRIO


SinónimoSinônimo Geral: LATRINA


pri·var pri·var - ConjugarConjugar
(latim privo, -are, pôr à parte, isentar, tirar, despojar)
verbo transitivo

1. Desapossar.

2. Tirar alguma coisa a. = ABSTER

3. Conviver intimamente, tratar de perto, ter valimento (ex.: privar com a classe política).

verbo pronominal

4. Tirar a si próprio o gozo de alguma coisa. = ABSTER-SE


pri·va·do pri·va·do
(latim privatus, -a, -um)
adjectivo
adjetivo

1. Que é condicionado ou reservado (ex.: acesso privado a um edifício). = PARTICULARPÚBLICO

2. Que diz respeito à intimidade de um indivíduo (ex.: pensamentos privados). = ÍNTIMO, PARTICULAR, PESSOALPÚBLICO

3. Que não pertence ao Estado (ex.: empresa privada).PÚBLICO

4. Que está desprovido de algo ou de alguém (ex.: homem privado de liberdade). = DESTITUÍDO, FALTO

nome masculino

5. Indivíduo que goza dos favores de alguém e que é seu confidente. = FAVORITO, VALIDO

6. Sector de uma actividade que não está subordinada ao Estado.

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Dúvidas linguísticas


Qual a forma correcta: caboverdiano ou cabo-verdiano?
Como se poderá verificar pela consulta do verbete cabo-verdiano no Dicionário Priberam da Língua Portuguesa ou pela consulta de outros dicionários ou vocabulários de referência, a grafia a adoptar deverá ter hífen. Além de ser esta a forma registada na maioria dos dicionários gerais de língua, é também a forma preconizada pelo Acordo Ortográfico de 1945 (na base XXVIII) e pelo Tratado de Ortografia da Língua Portuguesa, de Rebelo GONÇALVES (Coimbra: Atlântida, 1947, p. 215), uma vez que "Os compostos onomásticos [...] têm os seus derivados directos escritos com hífen [...] sempre que eles assentem em mais do que um dos seus membros: belo-horizontino, de Belo Horizonte; cabo-verdiano, de Cabo Verde; campo-maiorense, de Campo Maior; castelo-vidense, de Castelo de Vide [...]".

O Acordo Ortográfico de 1990 não altera nada relativamente a este assunto.




Qual o futuro do conjuntivo do verbo aprazer? É aprouver? Ou aprouver é outro verbo?
A forma do futuro do conjuntivo do verbo aprazer atestada pela maioria das gramáticas, prontuários e obras de referência é aprouver.

O radical -prouv- é comum também às formas verbais do pretérito perfeito do indicativo (ex.: aquela situação não lhe aprouve), do pretérito mais-que-perfeito do indicativo (ex.: aquilo não aprouvera a ninguém), do pretérito imperfeito do conjuntivo (ex.: se não lhe aprouvesse, deveria reclamar), não só do verbo aprazer, mas de todos os verbos derivados do verbo prazer, como são desaprazer e desprazer.

O Dicionário Houaiss da Língua Portuguesa (Rio de Janeiro: Ed. Objetiva, 2001; Lisboa: Círculo de Leitores, 2002), no verbete -azer, considera modernas as formas como prazi, prazera, prazesse, prazer em vez de prouve, prouvera, prouvesse, prouver. Este mesmo dicionário, na sua versão electrónica (Dicionário Eletrônico Houaiss da Língua Portuguesa, versão 1.0, Instituto Antônio Houaiss, Dezembro de 2001), refere que há "modernamente" gramáticos que aceitam também a conjugação regular com o radical -praz- para este tempos, em vez de -prouv-.

A dupla conjugação de todos estes verbos é também preconizada por Ana Maria GUEDES e Rui GUEDES, no Dicionário Dom Quixote dos verbos da língua portuguesa: as flexões, conjugações, regências e particularidades de todos os verbos de língua portuguesa (Lisboa: Dom Quixote, 1999) e ainda pelo Dicionário Gramatical de Verbos Portugueses (Lisboa: Texto Editores, 2007). Esta opção relaciona-se com o facto de as obras de referência (como o Vocabulário da Língua Portuguesa de Rebelo GONÇALVES, Coimbra: Coimbra Editora, 1966, a Nova Gramática do Português Contemporâneo, de Celso CUNHA e Lindley CINTRA, 14ª ed., Lisboa: Edições Sá da Costa, 1998, pp. 430-431, ou o Grande Vocabulário da Língua Portuguesa de José Pedro MACHADO, Lisboa: Âncora, 2001) que preconizam a raiz de prouver para todos os tempos indicados no verbo prazer e derivados aceitarem dupla conjugação para comprazer e descomprazer nestes tempos (ex. comprazer/comprouver).

Deve ainda referir-se que, do ponto de vista etimológico, não há qualquer motivo para haver diferença de conjugação entre ambos os verbos comprazer e prazer (que dão origem aos derivados que como eles se conjugam), pois derivam, respectivamente, dos verbos latinos complacere e placere, que têm paradigmas de conjugação idênticos.

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Palavra do dia

no·ca |ó| no·ca |ó|
(italiano nocca)
nome feminino

1. [Regionalismo]   [Regionalismo]  Articulação das falanges dos dedos. =

2. [Regionalismo]   [Regionalismo]  Esconderijo.

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in Dicionário Priberam da Língua Portuguesa [em linha], 2008-2020, https://dicionario.priberam.org/privada [consultado em 18-09-2020]