Significado de porfiava-o

    A forma porfiava-opode ser [primeira pessoa singular do pretérito imperfeito do indicativo de porfiarporfiar] ou [terceira pessoa singular do pretérito imperfeito do indicativo de porfiarporfiar].

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    porfiar1porfiar1
    ( por·fi·ar

    por·fi·ar

    )
    Conjugação:regular.
    Particípio:regular.

    verbo transitivo e intransitivo

    1. Ter disputa ou discussão acesa com alguém (ex.: porfiava com todos à sua volta; muito tempo porfiaram, até se calarem). = ALTERCAR, CONTENDER, DISCUTIR, DISPUTAR

    2. Entrar em competição com alguém. = COMPETIR, RIVALIZAR

    3. Manter uma intenção ou uma ação (ex.: apesar dos reveses, porfiou em mostrar o seu valor; muito porfiaram até conseguirem). = INSISTIR, LUTAR, OBSTINAR-SE, PERSISTIR, TEIMAR ≠ CEDER, DESISTIR

    etimologiaOrigem:porfia + -ar.

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    porfiar2porfiar2
    ( por·fi·ar

    por·fi·ar

    )
    Conjugação:regular.
    Particípio:regular.

    verbo transitivo

    1. [Marinha] [Marinha] Guarnecer com fio (um cabo de linho).

    2. [Marinha] [Marinha] Coser (cabos ou tralhas) com um fio ou cabo mais delgado.

    etimologiaOrigem:pôr + fio + -ar.

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    Esta palavra no dicionário

    porfiado | adj.

    Disputado; renhido; teimoso....


    renhido | adj.

    Que é disputado ou travado com muita intensidade ou ferocidade (ex.: debate renhido; disputa renhida; eleições renhidas)....


    compita | n. f.

    Usado na locução adverbial à compita....


    Histórico de pesquisas

    A palavra "porfiava-o" nas notícias



      Dúvidas linguísticas


      Minha dúvida de hoje se refere ao uso dos advérbios com terminação -mente. Exemplos: diretamente, comercialmente, industrialmente... São palavras não dicionarizadas, porém citadas no próprio dicionário na definição de outras palavras. Já a palavra conseqüentemente, muito usada na linguagem coloquial, também não é dicionarizada, mas imagino ser um erro ortográfico. Verdade? Gostaria de ter uma explicação a respeito da formação/construção desses advérbios (terminados em -mente). Creio estar no radical a chave do problema. No entanto, gostaria de ter mais segurança ao escrevê-los. Como saber se é um erro ou não, se nem todos os advérbios falados no dia-a-dia estão dicionarizados?


      Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?