Significado de pifar-mos

    A forma pifar-mospode ser [infinitivo de pifarpifar], [primeira pessoa singular do futuro do conjuntivo de pifarpifar], [primeira pessoa singular infinitivo flexionado de pifarpifar], [terceira pessoa singular do futuro do conjuntivo de pifarpifar] ou [terceira pessoa singular infinitivo flexionado de pifarpifar].

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    pifarpifar
    ( pi·far

    pi·far

    )
    Conjugação:regular.
    Particípio:regular.

    verbo transitivo

    1. [Informal] [Informal] Tirar sorrateiramente o que pertence a outrem (ex.: pifaram-me a carteira). = AFANAR, BIFAR, FANAR, SURRIPIAR

    verbo intransitivo

    2. [Informal] [Informal] Sofrer avaria; deixar de funcionar (ex.: se o computador pifar, o trabalho está guardado no disco rígido externo). = AVARIAR

    3. [Informal] [Informal] Não ser bem-sucedido (ex.: a abordagem economicista pifou). = FALHAR, FRACASSAR

    4. [Informal] [Informal] Ficar cansado.

    5. [Informal] [Informal] Morrer.

    verbo transitivo e intransitivo

    6. [Informal] [Informal] Beber demasiado.

    etimologiaOrigem:etimologia obscura.

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    Esta palavra no dicionário

    pife | n. m.

    Instrumento de sopro, parecido com a flauta, mas mais pequeno e de som agudo....


    pifado | adj.

    Que se pifou....


    pifar | v. tr. | v. intr. | v. tr. e intr.

    Tirar sorrateiramente o que pertence a outrem (ex.: pifaram-me a carteira)....


    pifo | n. m.

    Estado de pessoa embriagada....

    Histórico de pesquisas

    A palavra "pifar-mos" nas notícias



      Dúvidas linguísticas


      Tenho uma dúvida na utilização dos pronomes "lhe" ou "o". Por exemplo, nesta frase, qual é a forma correta: "para Carlos não lhe perturbava a existência, ou mesmo a necessidade dos movimentos da vanguarda" ou " para Carlos não o perturbava a existência, ou mesmo a necessidade dos movimentos da vanguarda"?


      Com relação à conjugação do verbo adequar e às explicações que vocês forneceram para uma consulta enviada, quero registrar que estranha-me o fato de vocês terminarem a explicação dizendo "..., como afirma Rebelo Gonçalves, que o termo (no caso, uma forma verbal) que hoje não passa de uma hipótese, futuramente poderá ser uma realidade."
      Seguramente, se formos considerar tudo o que hoje é uma hipótese, já como realidade ouviremos inúmeros "a nível de Brasil", "houveram muitos problemas", "menas pessoas", "há dez anos atrás", "fazem muitos anos que não a vejo", etc.
      Entendo que, a partir daí, as regras gramaticais não farão mais nenhum sentido na nossa língua portuguesa.
      Sem contar que na conjugação desse mesmo verbo, no Pretérito Perfeito do Indicativo, vocês acentuaram a primeira pessoa do plural, regra de acentuação que desconheço e que, se vocês observarem, também não consta do Houaiss.
      Permita-me uma segunda observação: a resposta para essa pesquisa vocês consultaram Rebelo Gonçalves, no Vocabulário da Língua Portuguesa, datado de 1966. A última reforma ortográfica data, se não me engano, de 1973, portanto muito tempo depois.