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sexta-feira

tríduo | n. m.

Conjunto dos três últimos dias da semana santa antes do Domingo de Páscoa (Quinta-Feira Santa, Sexta-Feira Santa e Sábado de Aleluia). (Geralmente com inicial maiúscula.)...


cacumbu | n. m.

Metade do dia santo que vai da quinta-feira à sexta-feira da Semana Santa....


treva | n. f. | n. f. pl.

Conjunto dos três dias da Semana Santa (quarta, quinta e sexta-feira santa) que acabam no sábado de Aleluia. (Com inicial maiúscula.)...


feriadão | n. m.

Fim-de-semana prolongado por um feriado na sexta-feira ou na segunda-feira....


parasceve | n. f.

Sexta-feira, dia em que os judeus se preparavam para celebrar o sábado ou qualquer dia festivo, especialmente a Páscoa....


dia | n. m.

Qualquer dia entre segunda-feira e sexta-feira, desde que não seja feriado, que constitui geralmente dia de trabalho para a maioria da população....


enforcar | v. tr. | v. pron. | v. tr. e intr.

Não ir ao trabalho ou à escola, geralmente em dia útil situado entre dois feriados ou entre um feriado e um fim-de-semana (ex.: alguns alunos enforcaram a sexta-feira)....


sextar | v. intr.

Ser sexta-feira, véspera de fim-de-semana (ex.: já falta pouco para sextar)....


euromilhões | n. m.

Jogo de azar comum a alguns países europeus, lançado em 2004, que funciona como uma espécie de lotaria de números sorteada duas vezes por semana (ex.: jogar no euromilhões; confira a chave do Euromilhões desta sexta-feira). [Geralmente com inicial maiúscula.]...


pretérito | adj. | n. m.

Que já passou (ex.: acredita em vidas pretéritas; o artigo saiu no jornal da pretérita sexta-feira)....


sexta | n. f.

A hora sexta desde o nascer do sol....


vernes | n. m. 2 núm.

Sexto dia da semana, depois de quinta-feira e antes de sábado....


quinta-feira | n. f.

Quinto dia da semana, depois de quarta-feira e antes de sexta-feira....


sexta-feira | n. f.

O mesmo que Sexta-Feira Santa. (Geralmente com inicial maiúscula.)...


impropério | n. m. | n. m. pl.

Conjunto de versos cantados no ofício da Sexta-Feira Santa, que contêm as queixas que Jesus Cristo dirigiu ao seu povo....



Dúvidas linguísticas



Tenho ouvido muito a conjugação do verbo precisar acompanhado da preposição de. Exemplo: Eu preciso DE fazer o trabalho para segunda. Eu acho que está errado, mas não sei explicar gramaticalmente. Esta conjugação é possível?
O verbo precisar, quando significa ‘ter necessidade de alguma coisa’, é transitivo indirecto e rege um complemento oblíquo introduzido pela preposição de. Este complemento pode ser um grupo nominal (ex.: eu preciso de mais trabalho) ou um verbo no infinitivo (ex.: eu preciso de trabalhar mais).

Há ocorrências, sobretudo no português do Brasil, da ausência da preposição de (ex.: eu preciso mais trabalho, eu preciso trabalhar mais), embora este uso como transitivo directo seja desaconselhado por alguns gramáticos. A ausência da preposição é, no entanto, considerada aceitável quando o complemento do verbo é uma oração completiva introduzida pela preposição que (ex.: eu preciso [de] que haja mais trabalho), mas esta omissão deve ser evitada em registos formais ou cuidados, pois o seu uso não é consensual.




Desde sempre usei a expressão quando muito para exprimir uma dúvida razoável ou uma cedência como em: Quando muito, espero por ti até às 4 e 15. De há uns tempos para cá, tenho ouvido E LIDO quanto muito usado para exprimir o mesmo. Qual deles está certo?
No que diz respeito ao registo lexicográfico de quando muito ou de quanto muito, dos dicionários de língua que habitualmente registam locuções, todos eles registam apenas quando muito, com o significado de “no máximo” ou “se tanto”, nomeadamente o Grande Dicionário da Língua Portuguesa (coordenado por José Pedro Machado, Lisboa: Amigos do Livro Editores, 1981), o Dicionário Houaiss (Lisboa: Círculo de Leitores, 2002) e o Dicionário Aurélio (Curitiba: Positivo, 2004). A única excepção é o Dicionário da Língua Portuguesa Contemporânea da Academia das Ciências (Lisboa: Verbo, 2001), que regista como equivalentes as locuções adverbiais quando muito e quanto muito. Do ponto de vista lógico e semântico, e atendendo às definições e distribuições de quando e quanto, a locução quando muito é a que parece mais justificável, pois uma frase como quando muito, espero por ti até às 4 e 15 seria parafraseável por espero por ti até às 4 e 15, quando isso já for muito ou demasiado. Do ponto de vista estatístico, as pesquisas em corpora e em motores de busca evidenciam que, apesar de a locução quanto muito ser bastante usada, a sua frequência é muito inferior à da locução quando muito. Pelos motivos acima referidos, será aconselhável utilizar quando muito em detrimento de quanto muito.

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