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    Definições



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    galaria

    donde | contr.

    Usa-se para indicar origem, proveniência (ex.: ouvíamos o cantar do galo, vindo não sabemos bem donde; donde era o vinho?)....


    romanisco | adj.

    Versado em assuntos romanos (arte de pintura, negócios, etc.)....


    câmbrico | adj. | n. m.

    Que diz respeito ao País de Gales....


    Galas | n. m. pl.

    Povos da fronteira da Abissínia....


    galês | adj. | n. m.

    Relativo ao País de Gales....


    galinha | n. f. | n. f. pl.

    Fêmea do galo....


    galista | n. 2 g.

    Pessoa que se dedica a criar e treinar galos para combate e que vive das apostas desses combates....


    missa | n. f.

    Na religião católica, celebração do sacrifício do corpo e do sangue de Jesus Cristo, que é feito no altar pelo ministério do padre....


    cardife | n. m.

    Hulha das explorações mineiras de Cardife (região do País de Gales, Reino Unido)....


    mutuca | n. f. | n. m.

    Espécie de moscardo grande que persegue os gados....



    Dúvidas linguísticas


    Sou formanda de um curso de qualificação profissional e no âmbito do mesmo tenho aulas de Português. Pelo menos duas vezes, fui confrontada com ensinamentos que não me parecem correctos.
    Primeira: a professora diz-nos que o advérbio de modo raramente é uma palavra esdrúxula. Recordo ainda a voz da minha professora da Escola Secundária, dizendo-nos que todos os advérbios de modo são palavras graves. Não importa de que adjectivo venham, ao transformarem-se em advérbios de modo a sílaba tónica passa a ser “men” (a penúltima) e, portanto, são palavras graves.
    Segunda: esta senhora pôs-nos hoje a completar frases com o presente do conjuntivo de alguns verbos. Uma das frases compreendia a primeira pessoa do plural do verbo conseguir que ela completou com "consígamos" (até o corrector ortográfico do computador discorda!). Esta eu já verifiquei no vosso site (perdoem-me os anglicismos) e efectivamente não vejo acento no i.


    Na frase: Nós convidámo-vos, o pronome é enclítico, o que obriga à omissão do -s final na desinência -mos ao contrário do que o V. corrector on-line propõe: Nós convidamos-vos, o que, certamente, é erro. Nós convidamos-vos, Nós convidámos-vos, Nós convidamo-vos, Nós convidámo-vos: afinal o que é que está correcto?