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    extasio-te

    absorto | adj.

    Que se absorveu....


    arrebatar | v. tr. | v. pron.

    Tirar para si com violência....


    arroubar | v. tr. | v. pron.

    Enlevar, arrebatar, extasiar....


    encantar | v. tr. | v. pron.

    Proceder ao encantamento de....


    estaziar | v. tr.

    Tornar estouvado, dementar....


    extasiar | v. tr. | v. pron.

    Pôr em êxtase....


    inebriar | v. tr. e pron.

    Tornar ou ficar ébrio; pôr ou ficar em estado de embriaguez....


    embriagado | adj.

    Que ingeriu demasiada bebida alcoólica....


    ébrio | adj. | n. m.

    Que ingeriu demasiada bebida alcoólica....


    endeusar | v. tr. e pron. | v. pron.

    Incluir(-se) no número dos deuses; contar(-se) entre os deuses....


    absorver | v. tr. | v. pron.

    Fazer desaparecer total ou parcialmente um líquido, atraindo-o a si....



    Dúvidas linguísticas


    Como se designa algo que escraviza? Os termos escravizante e escravizador não aparecem no dicionário.


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?