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    evolara

    cambeira | n. f.

    A farinha mais fina que, evolando-se da mó, pousa nos objectos circunjacentes....


    fuligem | n. f.

    Substância proveniente da decomposição do combustível que se evola dele com o fumo, mas que, mais pesado do que este, se agarra às paredes das chaminés, etc....


    Labareda ténue e fugidia produzida pela combustão espontânea do metano e de outros gases inflamáveis que se evola dos pântanos e dos lugares onde se encontram matérias animais em decomposição....


    Labareda ténue e fugidia produzida pela combustão espontânea do metano e de outros gases inflamáveis que se evola dos pântanos e dos lugares onde se encontram matérias animais em decomposição....


    fogo-fátuo | n. m.

    Labareda ténue e fugidia produzida pela combustão espontânea do metano e de outros gases inflamáveis que se evola dos pântanos e dos lugares onde se encontram matérias animais em decomposição....


    evolar | v. pron.

    Elevar-se ou fugir (voando)....


    evaporar | v. tr. | v. intr. e pron.

    Reduzir (um líquido) ao estado de vapor....




    Dúvidas linguísticas


    Muitas vezes em poesia é usada a forma sincopada pra escrita como p'ra. No entanto o Acordo Ortográfico de 1945 indica que não se deve usar o apóstrofo neste caso. Existem excepções relativamente à poesia? Por outro lado, a forma correcta de, em poesia, abreviar para + a (numa frase como por exemplo horas de ir para a cama) é prà?


    Minha dúvida é a seguinte: Quando eu digo que vou emprestar algo (vou-te emprestar minha camiseta, por exemplo), essa frase está errada? E quando digo que vou emprestar algo de alguém (vou emprestar sua camiseta, por exemplo)? Queria saber se ambas as frases estão corretas, se são ambíguas ou algo do gênero ou se o verbo emprestar tem um jeito certo de ser usado.