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    dessequemos-mo

    dessecar | v. tr. e pron.

    Fazer a dessecação de....


    dissecar | v. tr.

    Proceder à dissecação de....


    enviçar | v. tr. e intr.

    Dar viço a ou ter viço....


    viçar | v. tr. e intr.

    Dar ou ter viço ou vigor....


    vicejar | v. intr. | v. tr.

    Ter viço ou frescor....


    secar | v. tr. | v. tr. e intr. | v. intr. e pron. | v. intr.

    Fazer evaporar a água ou a humidade de....


    humedecer | v. tr., intr. e pron. | v. tr.

    Tornar ou ficar húmido....


    esqueleto | n. m.

    Conjunto completo dos ossos do corpo dos animais vertebrados....




    Dúvidas linguísticas


    A palavra stress pode ser utilizada em português?


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?