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    comparam-na

    comparado | adj.

    Confrontado; parecido; semelhante....


    defronte | adv.

    Em frente; em situação fronteira....


    fulminado | adj.

    Ferido (pelo raio ou pelo que se lhe compara)....


    para | prep.

    Exprime direção ou lugar de destino (ex.: arrancou para o Sul; a casa está virada para norte)....


    quão | adv. | conj.

    Indica grau ou intensidade, em frases interrogativas (ex.: quão dispendioso é?)....


    relativo | adj.

    Que tem relação, que não é alheio a: nascer e morrer são termos relativos....


    ca | conj.

    Expressa comparação, sendo idêntico a do que....


    De modo relativo (ex.: o filme é relativamente curto, mas muito interessante)....


    confronto | n. m.

    Ato ou efeito de confrontar....


    diagometria | n. f.

    Comparação de diversas condutibilidades elétricas....


    lado | n. m.

    Lugar ou parte que fica à direita ou à esquerda de alguma coisa....


    quiloton | n. m.

    Unidade de massa (símbolo: kt) que vale 1 000 toneladas....


    colação | n. f.

    Ação ou poder de conferir um benefício eclesiástico....


    combustão | n. f.

    Ato de arder (ex.: combustão espontânea)....


    Parte da geografia comparada que trata da distribuição do homem pela Terra....


    parábola | n. f.

    Narração alegórica que envolve algum preceito de moral, alguma verdade importante....


    parâmetro | n. m.

    Linha constante que entra na equação ou construção de uma curva, e serve de medida fixa para comparar as ordenadas e as abcissas....



    Dúvidas linguísticas


    Na frase que se segue, como devem ser conjugados os verbos jogar e vibrar? Fiquei observando Vítor, Rose e Flávia jogar e vibrar com o jogo. E nesta outra frase, o verbo tivera foi empregado de maneira correta? Ana melhorou, mas tivera que ficar internada em repouso pois estava doente.


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?