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    audacíssimo

    audaz | adj. 2 g.

    Que tem audácia ou impulso para realizar actos difíceis ou perigosos (ex.: jogador audaz)....


    arrojado | adj. | n. m.

    Que se arremessou ou arrojou....


    intrépido | adj. n. m.

    Que ou o que não trepida....


    afoito | adj.

    Que tem afoiteza ou coragem....


    audacioso | adj.

    Que tem audácia ou impulso que leva a realizar actos difíceis ou perigosos (ex.: mulher audaciosa)....


    águia-audaz | n. f.

    Ave de rapina (Aquila audax) da família dos accipitrídeos....


    sobejo | adj. | n. m. | adv.

    Que sobra ou excede....


    seguro | adj. | n. m. | adv.

    Que está livre de perigo ou de risco (ex.: ambiente seguro; lugar seguro)....


    inseguro | adj.

    Que não está livre de perigo ou de risco (ex.: ambiente inseguro; lugar inseguro)....



    Dúvidas linguísticas


    A questão da regência verbal sempre foi problemática na língua portuguesa e, se calhar, em todas as outras. Mas, uma das regências mais controversas é a do verbo apelar. Uns insistem que a preposição exigida por este verbo é a, enquanto outros consideram que é para. Qual será então a forma correcta? Por exemplo, devemos dizer o padre apelou os crentes para se manterem fiéis à doutrina ou o padre apelou aos crentes a manterem-se fiéis à doutrina?


    No âmbito do meu trabalho surgiu-me uma dúvida na aplicação do Novo Acordo Ortográfico. Agradecia que me ajudassem. Segundo as regras a palavra “Egipto” deveria manter-se como tal pois o “p” sempre se leu, correto? A minha dúvida é que há vários meios de comunicação a falar “Egito” mas depois mantêm palavras com “Egípcios”, etc. Outra possibilidade é que na palavra em questão seja aceite a dupla grafia, mas mesmo assim seria o mais correto mantermos o “Egipto”, não?