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monopólio

monopóliomonopólio | n. m.
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mo·no·pó·li·o mo·no·pó·li·o


(latim monopolium, -ii)
nome masculino

1. [Economia]   [Economia]  Privilégio que dá o direito de uma indústria, de uma actividade ou do comércio de um artigo ou serviço a apenas uma entidade ou a uma pessoa (ex.: o novo canal rompeu com o monopólio da televisão estatal). = EXCLUSIVIDADE, EXCLUSIVO

2. [Economia]   [Economia]  Situação de um mercado em que não há concorrência, havendo um único vendedor ou fornecedor para muitos compradores ou utilizadores (ex.: a multinacional foi acusada de tentativa de monopólio).

3. [Economia]   [Economia]  Açambarcamento para obtenção de lucro com preços altos.

4. Controlo exclusivo de alguma coisa (ex.: ninguém pode querer ter o monopólio da razão).

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Dúvidas linguísticas


Qual o feminino de luarento?
O adjectivo luarento é regular, pelo que o feminino se forma retirando o morfema -o do masculino e acrescentando o morfema -a do feminino (ex.: noite luarenta).



Qual destas frases está correcta: «Ele assegurou-me que viria» ou «Ele assegurou-me de que viria»? Li que o verbo "assegurar" é regido pela preposição "de" quando é conjugado pronominalmente; no entanto, só me soa bem dessa forma quando ele é conjugado reflexivamente, como em "Eles asseguraram-se de que não eram seguidos". Afinal, como é que é? Obrigada.
Os dicionários que registam as regências verbais, como o Dicionário Houaiss da Língua Portuguesa ou o Dicionário sintáctico de verbos portugueses, estipulam que o verbo assegurar é regido pela preposição de apenas quando usado como pronominal (ex.: quando saiu de casa assegurou-se de que as janelas estavam fechadas). Para além do uso pronominal, o verbo assegurar pode ainda ser transitivo directo ou bitransitivo, isto é, seleccionar complementos não regidos por preposição (ex.: os testes assegurariam que o programa iria funcionar sem problemas; o filho assegurou-lhe que iria estudar muito).

Este uso preposicionado do verbo assegurar na acepção pronominal nem sempre é respeitado, havendo uma tendência generalizada para a omissão da preposição (ex.: quando saiu de casa assegurou-se que as janelas estavam fechadas). O fenómeno de elisão da preposição de como iniciadora de complementos com frases finitas não se cinge ao verbo assegurar, acontecendo também com outros verbos, como por exemplo aperceber (ex.: não se apercebeu [de] que estava a chover antes de sair de casa) ou esquecer (ex.: esquecera-se [de] que havia greve dos transportes públicos).

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Palavra do dia

ge·lo·to·lo·gi·a ge·lo·to·lo·gi·a


(grego gélôs, -ôtos, riso + -logia)
nome feminino

Estudo fisiológico do riso.

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in Dicionário Priberam da Língua Portuguesa [em linha], 2008-2021, https://dicionario.priberam.org/monop%C3%B3lio [consultado em 18-01-2022]