Significado de mimarem-se-tas

    A forma mimarem-se-taspode ser [terceira pessoa plural do futuro do conjuntivo de mimarmimar] ou [terceira pessoa plural infinitivo flexionado de mimarmimar].

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    mimar1mimar1
    ( mi·mar

    mi·mar

    )
    Conjugação:regular.
    Particípio:regular.

    verbo transitivo

    1. Tratar com mimo ou carinho. = ACARINHAR, AMIMALHAR, MIMOSEAR

    2. Fazer afagos, carinhos em. = ACARICIAR, AFAGAR

    = SinónimoSinônimo geral: AMIMAR

    etimologiaOrigem:mimo, carinho + -ar.

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    mimar2mimar2
    ( mi·mar

    mi·mar

    )
    Conjugação:regular.
    Particípio:regular.

    verbo transitivo

    1. Representar com mímica.

    2. Exprimir por gestos.

    etimologiaOrigem:mimo, representação + -ar.

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    Esta palavra no dicionário

    regalado | adj. | adv.

    Que se regalou....


    acocado | adj.

    Que se sente tonto....


    Menino mimado a quem tudo corre bem ou a quem todas as vontades são feitas....


    saguate | n. m.

    Donativo, mimo, presente, especialmente dado em trocas festivas ou como sinal de homenagem....


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      Dúvidas linguísticas


      Minha dúvida de hoje se refere ao uso dos advérbios com terminação -mente. Exemplos: diretamente, comercialmente, industrialmente... São palavras não dicionarizadas, porém citadas no próprio dicionário na definição de outras palavras. Já a palavra conseqüentemente, muito usada na linguagem coloquial, também não é dicionarizada, mas imagino ser um erro ortográfico. Verdade? Gostaria de ter uma explicação a respeito da formação/construção desses advérbios (terminados em -mente). Creio estar no radical a chave do problema. No entanto, gostaria de ter mais segurança ao escrevê-los. Como saber se é um erro ou não, se nem todos os advérbios falados no dia-a-dia estão dicionarizados?


      Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?