Significado de merengarem-tos

    A forma merengarem-tospode ser [terceira pessoa plural do futuro do conjuntivo de merengarmerengar] ou [terceira pessoa plural infinitivo flexionado de merengarmerengar].

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    merengarmerengar
    merengar
    Conjugação:regular.
    Particípio:regular.

    verbo

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    Esta palavra no dicionário

    merengado | adj.

    Que é semelhante ao merengue....


    Equipamento de parques de diversão que contém uma série de subidas e descidas que um veículo sobre carris percorre a grande velocidade (ex.: montanha-russa aquática)....


    pavlova | n. f.

    Sobremesa feita à base de merengue, com um exterior seco e estaladiço e um interior cremoso....


    merengue | n. m. | adj. 2 g. n. 2 g.

    Doce leve, de consistência cremosa ou estaladiça, feito de claras de ovos batidas em castelo com açúcar, por vezes com recheio, cozido no forno....


    Histórico de pesquisas

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      Dúvidas linguísticas


      Minha dúvida de hoje se refere ao uso dos advérbios com terminação -mente. Exemplos: diretamente, comercialmente, industrialmente... São palavras não dicionarizadas, porém citadas no próprio dicionário na definição de outras palavras. Já a palavra conseqüentemente, muito usada na linguagem coloquial, também não é dicionarizada, mas imagino ser um erro ortográfico. Verdade? Gostaria de ter uma explicação a respeito da formação/construção desses advérbios (terminados em -mente). Creio estar no radical a chave do problema. No entanto, gostaria de ter mais segurança ao escrevê-los. Como saber se é um erro ou não, se nem todos os advérbios falados no dia-a-dia estão dicionarizados?


      Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?