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múmia

múmiamúmia | n. f.
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mú·mi·a mú·mi·a


nome feminino

1. Cadáver conservado por um processo de tratamento, inicialmente desenvolvido pelos antigos egípcios.

2. Cadáver que se conservou em condições que lhe permitiram não entrar em putrefacção.

3. [Informal, Depreciativo]   [Informal, Depreciativo]  Pessoa magra e de pele ressequida.

4. [Informal, Depreciativo]   [Informal, Depreciativo]  Pessoa sem energia ou sem iniciativa.

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Dúvidas linguísticas


Venho por este meio para me tirarem uma dúvida que é a seguinte: Quando uma pessoa muda de uma região para a outra, mas dentro do próprio país, como se diz? Emigrar ou Imigrar? E quando uma pessoa vai para outro país para trabalhar e para viver?
Os verbos emigrar e imigrar têm em comum o significado de migrar, e apenas diferem no ponto de vista, isto é, emigrar é "sair, temporária ou definitivamente, do seu país ou região" e imigrar é "entrar e fixar-se, periódica ou definitivamente, num outro país ou região" (o mesmo se aplica aos respectivos derivados, como emigrante/imigrante, emigração/imigração). Esta diferença deve-se ao facto de o verbo emigrar conter, já em latim, um elemento e- ou ex-, que deriva da preposição latina ex e que indica "movimento para fora", da mesma forma que o verbo imigrar contém um elemento i- ou in-, que deriva da preposição latina in e que indica "movimento para dentro".

Assim, pode dizer-se, por exemplo, que um português que vai trabalhar para o estrangeiro emigra, relativamente a Portugal (ex.: o pai dele emigrou aos 17 anos; estava a pensar emigrar para a Austrália), e imigra, relativamente ao país de acolhimento (ex.: a família imigrou e já vive neste país há uma década); da mesma forma, um estrangeiro que veio trabalhar para Portugal é imigrante neste país (ex.: os imigrantes permitem rejuvenescer a população envelhecida) e emigrante no seu país de origem (ex.: todos os meses, o emigrante envia dinheiro à família).

Como foi dito acima, qualquer um destes verbos (e ainda o verbo migrar) pode ser usado tanto para uma acção de mudança de país como de região (ex.: abandonaram o cultivo dos campos e emigraram para a cidade; imigrara vinte anos antes, vindo dos Açores).




Ao escrever um texto num computador que tem instalado o vosso corrector ortográfico FLiP 5, verifiquei que a palavra por mim usada "precaridade" é assinalada como erro. Habituada a ver constantemente em propaganda política o erro "precariedade", verifiquei com horror que esta era a sugestão do FLiP! Felizmente tenho em casa um bom dicionário da Porto Editora munida do qual pude provar ao meu marido que não sou eu a ignorante... Em nome do meu marido e de tantos outros que não se podem dar ao luxo de dispensar o corrector ortográfico, solicito a V. Exas. que se dêem pressa em corrigir este grave erro, a fim de evitar que as gerações vindouras, de léxico já tão fragilizado, aprendam o erro como coisa certa e venham depois arrogantemente corrigir os poucos que ainda vão sabendo falar e escrever um português escorreito.
A forma correcta é precariedade: não se trata de erro, conforme pode verificar seguindo a hiperligação para o Dicionário Priberam da Língua Portuguesa ou consultando outras obras lexicográficas, como sejam o Dicionário da Língua Portuguesa Contemporânea da Academia das Ciências de Lisboa, o Dicionário Houaiss da Língua Portuguesa, o Novo Dicionário Aurélio da Língua Portuguesa, o Grande Vocabulário da Língua Portuguesa, de José Pedro Machado, ou o Vocabulário da Língua Portuguesa, de Francisco Rebelo Gonçalves (este último refere mesmo que precaridade se trata de forma inexacta de precariedade). Aliás, a generalidade dos dicionários e vocabulários regista apenas precariedade, dado ser esta a forma que respeita as regras de boa formação morfológica em português: de facto, os adjectivos com a terminação átona -io (ex.: espúrio, hereditário, sério, transitório, vitalício) formam os substantivos correspondentes por aposição do sufixo -edade (ex.: espuriedade, hereditariedade, seriedade, transitoriedade, vitaliciedade), terminando por isso em ‑iedade.

O Grande Dicionário Língua Portuguesa (2004), da Porto Editora, regista, efectivamente, a palavra precaridade, remetendo-a para precariedade, tal como acontece no dicionário electrónico Cândido de Figueiredo – Grande Dicionário Electrónico da Língua Portuguesa (Bertrand Editora / Máquinas em Movimento – Oficina Multimédia Lda., 1996 [CD-ROM]) ou no Novo Grande Dicionário da Língua Portuguesa Conforme Acordo Ortográfico (Texto Editores, 2007). As razões inerentes a esta inclusão prendem-se provavelmente com o uso, com a necessidade de reencaminhar os falantes para a forma preferencial ou devem-se a outros critérios sobre os quais poderá questionar as respectivas editoras/equipas editoriais.

Em momento algum, porém, se pode afirmar que precariedade é um erro, pois é justamente essa a forma considerada mais correcta. A forma precaridade advém da possível confusão com palavras formadas por aposição do sufixo -idade, muito produtivo em português, como regularidade (de regular + -idade) ou efemeridade (de efémero + -idade).

A Priberam zela por incluir no léxico do FLiP termos atestados em obras de referência, nomeadamente, prontuários, vocabulários e dicionários. A ortografia de tais obras rege-se, em princípio, pelos principais textos legais em vigor para a norma europeia (sobretudo o Acordo Ortográfico de 1945 e o Acordo Ortográfico de 1990), respeitando a tradição lexicográfica portuguesa. A inclusão de novos vocábulos, seja por sugestão de utilizadores, seja por pesquisas em corpora, quando não atestados em obras de referência, é efectuada apenas se a sua formação respeitar as regras ortográficas e morfológicas da língua portuguesa.

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Palavra do dia

con·ge·ni·al con·ge·ni·al


(con- + genial)
adjectivo de dois géneros
adjetivo de dois géneros

1. Conforme ao génio ou à índole de alguém ou de alguma coisa (ex.: era a rebeldia congenial da adolescência). = INERENTE

2. Próprio por natureza; que vem desde o nascimento (ex.: sentimentos congeniais; virtude congenial). = CONATO, CONGÉNITO, INATO, INGÉNITO, NATO, NATURAL

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