Significado de inventarias-lho

    A forma inventarias-lhopode ser [segunda pessoa singular do condicional de inventarinventar] ou [segunda pessoa singular do presente do indicativo de inventariarinventariar].

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    inventarinventar
    ( in·ven·tar

    in·ven·tar

    )
    Conjugação:regular.
    Particípio:regular.

    verbo transitivo

    1. Fazer o invento de; idear; criar no pensamento.

    2. Fingir.

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    inventariarinventariar
    ( in·ven·ta·ri·ar

    in·ven·ta·ri·ar

    )
    Conjugação:regular.
    Particípio:regular.

    verbo transitivo

    1. Fazer o inventário de. = ARROLAR

    2. [Figurado] [Figurado] Inscrever ou mencionar pormenorizadamente.

    etimologiaOrigem:inventário + -ar.

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    Esta palavra no dicionário

    inventivo | adj.

    Que tem o dom da invenção ou da criatividade (ex.: criança inventiva)....


    fábula | n. f.

    Composição literária, geralmente com personagens de animais, em que se narra um facto cuja verdade moral se oculta sob o véu da ficção (ex.: fábula em verso)....


    gabarolice | n. f.

    Ato ou dito de quem exibe com vaidade feitos inventados ou exagerados....


    volapuque | n. m.

    Língua artificial, inventada em 1879 pelo alemão Johann Martin Schleyer, que a pretendia universal....


    Histórico de pesquisas

    A palavra "inventarias-lho" nas notícias



      Dúvidas linguísticas


      Minha dúvida de hoje se refere ao uso dos advérbios com terminação -mente. Exemplos: diretamente, comercialmente, industrialmente... São palavras não dicionarizadas, porém citadas no próprio dicionário na definição de outras palavras. Já a palavra conseqüentemente, muito usada na linguagem coloquial, também não é dicionarizada, mas imagino ser um erro ortográfico. Verdade? Gostaria de ter uma explicação a respeito da formação/construção desses advérbios (terminados em -mente). Creio estar no radical a chave do problema. No entanto, gostaria de ter mais segurança ao escrevê-los. Como saber se é um erro ou não, se nem todos os advérbios falados no dia-a-dia estão dicionarizados?


      Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?