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grão-vizir

grão-vizirgrão-vizir | n. m.
Sabia que? Pode consultar o significado de qualquer palavra abaixo com um clique. Experimente!

grão·-vi·zir grão·-vi·zir


(grão- + vizir)
nome masculino

Primeiro-ministro do antigo Império Otomano.

Plural: grão-vizires.Plural: grão-vizires.
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resposta mais improvável que se possa imaginar: “Não vendo, porque gosto muito de ler e dá-me jeito ir lá de vez em quando buscar um livro”. Para me não alargar mais com histórias de grandes leitores, termino com esta de um verdadeiro precursor das bibliotecas itinerantes, O Grão Vizir da Pérsia, Abdul

Em De Rerum Natura

, Eduardo, culpa a população pelo massacre de Paraisópolis, seu grão-vizir Sérgio Moro diz que não recebe o presidente da Ordem dos Advogados senão quando ele parar de criticar o presidente, seu ministro da Educação insiste que plantar maconha e o agronegócio das universidades. Ah, sim, depois de 11 meses

Em nogueirajr.blogspot.com

Jafar, o tenebroso grão-vizir , um poder capaz de o tornar praticamente invencível. É então que se torna evidente que a cidade não era, afinal, assim tão má. E a única hipótese de salvar alguma coisa é derrotar Jafar, que, graças à lâmpada mágica, se tornou não só sultão, como o feiticeiro mais poderoso

Em As Leituras do Corvo

traições, decidiu desposar todas as noites uma nova donzela, que seria executada na manhã seguinte, cometendo ao Grão-Vizir o rigoroso cumprimento destas suas ordens. Num acto de enorme coragem, mas convencida de que poderia pôr cobro a tamanha impiedade, a filha do Grão-Vizir , Sherazade, obrigou o Pai a

Em 4R - Quarta Rep

"Não é preciso ser grande sabedor de BD para conhecer o Iznogoud do Goscinny - esse escanifrado e desvairado grão-vizir que colou, dentro da sua alvoraçada cabeça, tresloucado desejo que era o único destino que ele queria para si (e só via em si): - ... ser o califa no lugar do califa . Numa Bagdad

Em O INDEFECTÍVEL
Blogues do SAPO

Dúvidas linguísticas


Encontrei uma resposta que passo a transcrever "Na frase Já passava das duas da manhã quando aquele grupo de jovens se encontraram perto do restaurante existe uma locução (aquele grupo de jovens) que corresponde a um sujeito da oração subordinada (quando aquele grupo de jovens se encontraram perto do restaurante) com uma estrutura complexa. Nesta locução, o núcleo do sintagma é grupo, e é com este substantivo que deve concordar o verbo encontrar. Desta forma, a frase correcta seria Já passava das duas da manhã quando aquele grupo de jovens se encontrou perto do restaurante."
Sendo que a frase em questão foi retirada do Campeonato Nacional de Língua Portuguesa, e a frase completa é "Já passava das duas quando aquele grupo de jovens se encontraram perto da discoteca, aonde o Diogo os aguardava". Segundo a vossa resposta, dever-se-ia ter escrito "(...) aquele grupo de jovens se encontrou (...)". Mas se assim for, também seria de considerar "aonde o Diogo os aguardava", pois se consideramos que o sujeito é singular, não faz sentido dizer "os aguardava", mas sim "o aguardava". No entanto, não podemos considerar que existe concordância atractiva em que "deixamos o verbo no singular quando queremos destacar o conjunto como uma unidade. Levamos o verbo ao plural para evidenciarmos os vários elementos que compõem o todo." (Gramática do Português Contemporâneo Cunha/Cintra)? Agradeço elucidação se mantêm a vossa opinião, tendo a frase completa. Já agora, na frase utiliza-se "aonde Diogo os esperava". Não deveria ser "onde"?
A Priberam Informática não pretende responder especificamente a perguntas do Campeonato Nacional da Língua Portuguesa, mas apenas a dúvidas linguísticas que lhe são colocadas e que são consideradas pertinentes, sendo as respostas redigidas tendo em conta a clareza e a concisão para os utilizadores.

As concordâncias são um caso problemático no português, como deixam claro Telmo Móia e João Peres no capítulo 7 de Áreas Críticas do Português (Caminho, 1995), e o caso em questão, aquele grupo de jovens, parece fazer parte de um conjunto de expressões formadas por um nome (como grupo ou conjunto) que, combinado com outro, “permitem referir colecções de objectos, sem as quantificarem” (Móia e Peres, p. 471). Esta reflexão parece mostrar que este grupo difere um pouco das expressões partitivas (como parte, porção ou maioria) que referem Celso Cunha e Lindley Cintra na Nova Gramática do Português Contemporâneo (Edições João Sá da Costa, 1998, p. 496). No entanto, tanto num caso como noutro, a construção mais neutra deveria corresponder a uma unidade, ao todo, isto é, pegando no texto de Cunha e Cintra ("Deixamos o verbo no singular quando queremos destacar o conjunto como uma unidade. Levamos o verbo ao plural para evidenciarmos os vários elementos que compõem o todo."), o plural parece ser uma maneira de modalizar o discurso, dando-lhe um matiz menos neutro, enfatizando, na unidade, os seus elementos constituintes. Vemos como estas construções são problemáticas quando comparadas, por exemplo, com um grupo nominal como carro das mercadorias, onde não hesitaríamos (ou hesitaríamos menos) em identificá-lo como uma unidade, com a correspondente flexão do verbo que se lhe seguisse (O carro das mercadorias entrou na rua). Por este motivo reiteramos as nossas observações da resposta concordâncias (I).

No que diz respeito à concordância do pronome pessoal os em Já passava das duas quando aquele grupo de jovens se encontrou perto da discoteca, onde o Diogo os aguardava, pode dizer-se que, sendo um pronome pessoal, deve concordar com o seu antecedente, mas este antecedente não tem necessariamente de ser o sujeito da frase. Retomando um exemplo acima (O carro das mercadorias entrou na rua) podemos adaptá-lo a uma construção afim em que a concordância é possível com qualquer dos antecedentes (O carro das mercadorias entrou na rua, onde o comerciante as/o aguardava). São estas concordâncias possíveis com mais de um antecedente que por vezes tornam as frases ambíguas.

Relativamente à sua questão sobre onde e aonde, por favor consulte a resposta onde / aonde.

Sem qualquer crítica ao referido campeonato, podemos no entanto observar que a maioria das questões problemáticas da língua não se adequa a respostas apenas com dois valores, como sim/não ou correcto/incorrecto, pois contém uma complexidade que as ultrapassa.




No vosso sítio da Internet, no dicionário on-line aparece o "S.M." em todas as pesquisas. Mas que quer dizer o S.M.? Segundo o vosso dicionário é uma abreviatura! Mas que quê? De “Sua Majestade” não me parece!
A abreviatura s. m. é redução de substantivo masculino e corresponde à classificação morfológica da palavra pesquisada (a par de muitas como s. f., substantivo feminino, ou adj., adjectivo, por exemplo).

Quando o utilizador faz uma pesquisa (por exemplo, https://dicionario.priberam.org/endémico), surge como resultado um conjunto de palavras, a respectiva classificação abreviada e o início da definição. Quando o utilizador consulta o significado de uma palavra (por exemplo, https://dicionario.priberam.org/endémico), se passar com o cursor do rato por cima de qualquer a abreviatura, aparece a sua extensão, para facilitar a consulta.

Poderá ainda consultar as abreviaturas utilizadas no dicionário na secção Abreviaturas, a que pode aceder clicando no quarto separador na barra cinzenta clara ao alto da página (a seguir a Página Principal | Sobre o dicionário | Como consultar).

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(espadice + -floro)
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adjetivo

[Botânica]   [Botânica]  Diz-se da planta cuja inflorescência é a espadice.

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in Dicionário Priberam da Língua Portuguesa [em linha], 2008-2021, https://dicionario.priberam.org/gr%C3%A3o-vizir [consultado em 07-12-2021]