Dicionário Priberam Online de Português Contemporâneo
Dicionário Priberam da Língua Portuguesa
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frisa

frisafrisa | n. f.
frisafrisa | n. f.
3ª pess. sing. pres. ind. de frisarfrisar
2ª pess. sing. imp. de frisarfrisar
Sabia que? Pode consultar o significado de qualquer palavra abaixo com um clique. Experimente!

fri·sa fri·sa 2


(alteração de friso)
nome feminino

1. Friso.

2. Camarote situado quase ao nível da plateia ou do palco.Ver imagem

3. Travessa por cima da portinhola das seges.


fri·sa fri·sa 1


(Frísia, topónimo [região do noroeste da Europa])
nome feminino

1. Tecido grosseiro de lã.

2. Máquina de frisar a lã.

3. Pêlo do pano encrespado.

4. [Marinha]   [Marinha]  Porção de estopa ou lã com que se calafetam as portas das baterias para que a água não entre.

5. [Tipografia]   [Tipografia]  Almofada que se mete entre o tímpano ou a guarnecer os cilindros (nas máquinas de imprimir).

6. [Zoologia]   [Zoologia]  Espécie de molusco.

7. [Portugal: Setúbal]   [Portugal: Setúbal]  Capataz de baldeadores de sal.


fri·sar fri·sar

- ConjugarConjugar

verbo transitivo

1. Tornar crespo, encrespar.

2. Ratinar.

3. Ondear.

4. Pôr frisos ou frisas em.

5. [Figurado]   [Figurado]  Pronunciar certas palavras do discurso de modo a lhes dar ênfase ou destaque; tornar saliente. = ACENTUAR, SALIENTAR, SUBLINHAR

6. Citar a propósito.

verbo intransitivo e pronominal

7. Riçar.

8. Encrespar-se.

9. Andar, estar perto.

10. Ser semelhante, análogo, ou muito parecido.

verbo transitivo e intransitivo

11. [Marinha]   [Marinha]  Calafetar com frisa.

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Dúvidas linguísticas


No programa de hoje da R.T.P. " Bom Dia Portugal" na rubrica "Em bom português", questiona-se se deve dizer: duzentas gramas ou duzentos gramas? Afirma-se que a resposta correcta é: "duzentos gramas" porque grama é um submúltiplo do quilograma. Ora, eu tenho apenas a quarta classe do ensino primário de 1951, mas nesse tempo aprendi que grama, metro, caloria, etc. são unidades e quilograma, quilómetro, quilocaloria, etc, são múltiplos com mil unidades. Como gosto de falar o melhor Português, (dentro das minhas limitações literárias) gostaria de obter uma explicação, mais convincente ou de saber se, pela mesma razão, deve dizer-se "duzentos calorias"?
De facto, o argumento referido é pouco claro. O motivo por que a resposta é "duzentos gramas" é porque grama, enquanto unidade de medida, é um substantivo masculino, como pode verificar seguindo a hiperligação para o Dicionário Priberam da Língua Portuguesa. É por essa razão que quilograma, formado pela junção do prefixo quilo- ao substantivo grama, é masculino, e não o contrário.



A minha dúvida é relativa ao novo Acordo Ortográfico: gostava que me esclarecessem porque é que "lusodescendente" escreve-se sem hífen e "luso-brasileiro", "luso-americano" escreve-se com hífen. É que é um pouco difícil de se compreender, e já me informei com algumas pessoas que não me souberam dizer o porquê de ser assim. Espero uma resposta de vossa parte com a maior brevidade possível.
Não há no texto legal do Acordo Ortográfico de 1990 uma diferença clara entre as palavras que devem seguir o disposto na Base XV e o disposto na Base XVI. Em casos como euroafricano/euro-africano, indoeuropeu/indo-europeu ou lusobrasileiro/luso-brasileiro (e em outros análogos), poderá argumentar-se que se trata de "palavras compostas por justaposição que não contêm formas de ligação e cujos elementos, de natureza nominal, adjetival, numeral ou verbal, constituem uma unidade sintagmática e semântica e mantêm acento próprio, podendo dar-se o caso de o primeiro elemento estar reduzido" (Base XV) para justificar o uso do hífen. Por outro lado, poderá argumentar-se que não se justifica o uso do hífen uma vez que se trata de "formações com prefixos (como, por exemplo: ante-, anti-, circum-, co-, contra-, entre-, extra-, hiper-, infra-, intra-, pós-, pré-, pró-, sobre-, sub-, super-, supra-, ultra-, etc.) e de formações por recomposição, isto é, com elementos não autónomos ou falsos prefixos, de origem grega e latina (tais como: aero-, agro-, arqui-, auto-, bio-, eletro-, geo-, hidro-, inter-, macro-, maxi-, micro-, mini-, multi-, neo-, pan-, pluri-, proto-, pseudo-, retro-, semi-, tele-, etc.)" (Base XVI).

Nestes casos, e porque afro-asiático, afro-luso-brasileiro e luso-brasileiro surgem no texto legal como exemplos da Base XV, a Priberam aplicou a Base XV, considerando que "constituem uma unidade sintagmática e semântica e mantêm acento próprio, podendo dar-se o caso de o primeiro elemento estar reduzido". Trata-se de uma estrutura morfológica de coordenação, que estabelece uma relação de equivalência entre dois elementos (ex.: luso-brasileiro = lusitano e brasileiro; sino-japonês = chinês e japonês).

São, no entanto, excepção os casos em que o primeiro elemento não é uma unidade sintagmática e semântica e se liga a outro elemento análogo, não podendo tratar-se de justaposição (ex.: lusófono), ou quando o primeiro elemento parece modificar o valor semântico do segundo elemento, numa estrutura morfológica de subordinação ou de modificação, que equivale a uma hierarquização dos elementos (ex.:  eurodeputado = deputado [que pertence ao parlamento europeu]; lusodescendente = descendente [que provém de lusitanos]).

É necessário referir ainda que o uso ou não do hífen nestes casos não é uma questão nova na língua portuguesa e já se colocava antes da aplicação do Acordo Ortográfico de 1990. Em diversos dicionários e vocabulários anteriores à aplicação do Acordo Ortográfico de 1990 já havia práticas ortográficas que distinguiam, tanto em Portugal como no Brasil, o uso do hífen entre euro-africano (sistematicamente com hífen) e eurodeputado (sistematicamente sem hífen).

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Palavra do dia

pi·na·co·te·ca |é|pi·na·co·te·ca |é|


(latim pinacotheca, -ae, do grego pinakothêke, -és)
nome feminino

1. Museu de obras de pintura.

2. Colecção de obras de pintura.

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in Dicionário Priberam da Língua Portuguesa [em linha], 2008-2021, https://dicionario.priberam.org/frisa [consultado em 18-05-2022]