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fininha

A forma fininhapode ser [derivação feminino singular de finofino] ou [nome].

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fininhafininha
fininha


nome

(A definição desta palavra estará disponível brevemente. Envie comentários ou sugestões para dicionario@priberam.pt)
fino1fino1
( fi·no

fi·no

)
Imagem

RegionalismoRegionalismo

Cerveja de pressão servida em copo alto e estreito.


adjectivoadjetivo

1. Macio e agradável ao tacto.GROSSEIRO, RUDE, TOSCO

2. Delicado.

3. De pouca grossura, espessura ou largura. = DELGADOGROSSO

4. Agudo; penetrante.

5. Apurado.

6. [Figurado] [Figurado] Astuto, sagaz.

7. De boa qualidade. = BOM, EXCELENTE, SUPERIOR

8. De boa têmpera.

9. Elegante.

10. [Informal] [Informal] Recuperado de doença ou indisposição (ex.: já estou fino e pronto para outra). = CURADO, RESTABELECIDO

11. Brilhante (ex.: metal fino).

12. Verdadeiro (ex.: pedra preciosa fina).


nome masculino

13. [Regionalismo] [Regionalismo] Cerveja de pressão servida em copo alto e estreito.Imagem = IMPERIAL

14. Traço ou tipo de letra delgado.NEGRO

15. Aquilo que é considerado de bom gosto ou socialmente superior.


beber do fino

[Informal] [Informal] Andar bem informado, geralmente sobre política ou sobre factos que o público não conhece.

fazer-se fino

[Informal] [Informal] Tornar-se atrevido ou querer aparentar esperteza.

fiar fininho

[Informal] [Informal] O mesmo que fiar mais fino.

fiar fino

[Informal] [Informal] O mesmo que fiar mais fino.

fiar mais fino

[Informal] [Informal] Ser caso delicado ou melindroso que, dada a sua importância, requer prudência e sabedoria no seu tratamento (ex.: a coisa fia mais fino quando é preciso renegociar o crédito).

[Informal] [Informal] Distinguir-se pela qualidade, beleza, preço ou superioridade.

fiar muito fino

[Informal] [Informal] O mesmo que fiar mais fino.

etimologiaOrigem etimológica:latim finis, -e.
fino2fino2
( fi·no

fi·no

)


adjectivoadjetivo

1. Relativo ou pertencente à Finlândia, país do Norte da Europa.


nome masculino

2. Natural, habitante ou cidadão da Finlândia.

sinonimo ou antonimoSinónimoSinônimo geral: FINLANDÊS

etimologiaOrigem etimológica:latim fenni, -orum ou finni, -orum, povo escandinavo.


Dúvidas linguísticas



Peço auxílio para a composição de palavras com prefixos gregos e latinos. Quando são em justaposição e quando são em aglutinação? Minha dúvida neste momento é com a palavra intra + esclerótico.
A existência ou não de hífen depois de prefixos gregos e latinos é difícil de sistematizar em poucas linhas, pois isso difere consoante os prefixos (há até divergências ligeiras entre a norma europeia e a norma brasileira do português, por serem diferentes as obras de maior referência neste aspecto).

No caso de intra- (este caso aplica-se também aos prefixos contra-, extra-, infra-, supra- e ultra-), de acordo com a Base XXIX do Acordo Ortográfico de 1945, deve usar-se hífen antes de palavras iniciadas por vogal (ex.: intra-arterial, intra-ocular), h (ex.: intra-hepático), r (ex.: intra-raquidiano) ou s (ex.: intra-sinovial). Assim sendo, deve escrever-se intra-esclerótico segundo o Acordo Ortográfico de 1945, para o português de Portugal, ou o Formulário Ortográfico de 1943, para o português do Brasil.

Com a aplicação do Acordo Ortográfico de 1990, e segundo a Base XVI, o prefixo intra- (assim como todos os prefixos ou elementos prefixais com o mesmo contexto ortográfico, isto é, terminados na letra a) deve aglutinar-se sempre com o elemento seguinte (ex.: intraocular), excepto se este começar por a (ex.: intra-arterial) ou h (ex.: intra-hepático). No caso de o elemento seguinte começar por r ou s, essas consoantes devem ser dobradas (ex.: intrarraquidiano, intrassinovial). Assim sendo, deve escrever-se intraesclerótico segundo o Acordo Ortográfico de 1990.




Gostaria de saber se escrever ou dizer o termo deve de ser é correcto? Eu penso que não é correcto, uma vez que neste caso deverá dizer-se ou escrever deverá ser... Vejo muitas pessoas a usarem este tipo de linguagem no seu dia-a-dia e penso que isto seja uma espécie de calão, mas já com grande influência no vocabulário dos portugueses em geral.
Na questão que nos coloca, o verbo dever comporta-se como um verbo modal, pois serve para exprimir necessidade ou obrigação, e como verbo semiauxiliar, pois corresponde apenas a alguns dos critérios de auxiliaridade geralmente atribuídos a verbos auxiliares puros como o ser ou o estar (sobre estes critérios, poderá consultar a Gramática da Língua Portuguesa, de Maria Helena Mira Mateus, Ana Maria Brito, Inês Duarte e Isabel Hub Faria, pp. 303-305). Neste contexto, o verbo dever pode ser utilizado com ou sem preposição antes do verbo principal (ex.: ele deve ser rico = ele deve de ser rico). Há ainda autores (como Francisco Fernandes, no Dicionário de Verbos e Regimes, p. 240, ou Evanildo Bechara, na sua Moderna Gramática Portuguesa, p. 232) que consideram existir uma ligeira diferença semântica entre as construções com e sem a preposição, exprimindo as primeiras uma maior precisão (ex.: deve haver muita gente na praia) e as segundas apenas uma probabilidade (ex.: deve de haver muita gente na praia). O uso actual não leva em conta esta distinção, dando preferência à estrutura que prescinde da preposição (dever + infinitivo).