Significado de excitai-lho

    A forma excitai-lhoé [segunda pessoa plural do imperativo de excitarexcitar].

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    excitarexcitar
    |eis| ou |es| |eis| ou |es|
    ( ex·ci·tar

    ex·ci·tar

    )
    Conjugação:regular.
    Particípio:regular.

    verbo transitivo e pronominal

    1. Aumentar a atividade de um organismo, de parte dele ou da sua superfície, através de um estímulo. = ESTIMULAR

    2. Provocar ou sentir interesse, emoção ou entusiasmo ou o seu aumento. = ALENTAR, ANIMAR, INCITAR ≠ ACALMAR, SOSSEGAR

    3. Provocar ou sentir agitação ou perturbação. = ALVOROÇAR, ENERVAR, EXALTAR ≠ ACALMAR, SOSSEGAR

    4. Causar ou sentir desejo sexual.

    5. Irritar ou irritar-se.

    6. Acelerar.

    ≠ AntónimoAntônimo geral: DESEXCITAR

    etimologiaOrigem:latim excito, -are, fazer sair do estado ou da posição em que está, fazer levantar, animar.

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    iconeConfrontar: oscitar.

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    Esta palavra no dicionário

    aceso | adj.

    Inflamado, que se acendeu....


    azedado | adj.

    Que se tornou azedo....


    dopado | adj.

    Que está sob efeito de dope; que está excitado por uma droga....


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    A palavra "excitai-lho" nas notícias



      Dúvidas linguísticas


      Minha dúvida de hoje se refere ao uso dos advérbios com terminação -mente. Exemplos: diretamente, comercialmente, industrialmente... São palavras não dicionarizadas, porém citadas no próprio dicionário na definição de outras palavras. Já a palavra conseqüentemente, muito usada na linguagem coloquial, também não é dicionarizada, mas imagino ser um erro ortográfico. Verdade? Gostaria de ter uma explicação a respeito da formação/construção desses advérbios (terminados em -mente). Creio estar no radical a chave do problema. No entanto, gostaria de ter mais segurança ao escrevê-los. Como saber se é um erro ou não, se nem todos os advérbios falados no dia-a-dia estão dicionarizados?


      Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?