Significado de embucharmos-me

    A forma embucharmos-mepode ser [primeira pessoa plural do futuro do conjuntivo de embucharembuchar] ou [primeira pessoa plural infinitivo flexionado de embucharembuchar].

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    embucharembuchar
    ( em·bu·char

    em·bu·char

    )
    Conjugação:regular.
    Particípio:regular.

    verbo transitivo

    1. Meter no bucho.

    2. Meter no estômago. = ENGOLIR

    verbo intransitivo

    3. Sentir empacho por excesso de comida.

    4. Não poder ou não querer dizer o que pensa. ≠ DESABAFAR, DESAFOGAR

    5. Dar sinais de enfado, geralmente sem dizer o que sente ou pensa. = AMUAR

    etimologiaOrigem:em- + bucho + -ar.

    Secção de palavras relacionadas

    Esta palavra no dicionário

    embuchado | adj.

    Que tem o estômago demasiado cheio....


    embatucado | adj.

    Que embatucou, que ficou sem capacidade de responder ou reagir....


    desembuchar | v. tr. | v. tr. e intr.

    Desimpedir aquele ou aquilo que estava embuchado....


    Histórico de pesquisas

    A palavra "embucharmos-me" nas notícias



      Dúvidas linguísticas


      Minha dúvida de hoje se refere ao uso dos advérbios com terminação -mente. Exemplos: diretamente, comercialmente, industrialmente... São palavras não dicionarizadas, porém citadas no próprio dicionário na definição de outras palavras. Já a palavra conseqüentemente, muito usada na linguagem coloquial, também não é dicionarizada, mas imagino ser um erro ortográfico. Verdade? Gostaria de ter uma explicação a respeito da formação/construção desses advérbios (terminados em -mente). Creio estar no radical a chave do problema. No entanto, gostaria de ter mais segurança ao escrevê-los. Como saber se é um erro ou não, se nem todos os advérbios falados no dia-a-dia estão dicionarizados?


      Com relação à conjugação do verbo adequar e às explicações que vocês forneceram para uma consulta enviada, quero registrar que estranha-me o fato de vocês terminarem a explicação dizendo "..., como afirma Rebelo Gonçalves, que o termo (no caso, uma forma verbal) que hoje não passa de uma hipótese, futuramente poderá ser uma realidade."
      Seguramente, se formos considerar tudo o que hoje é uma hipótese, já como realidade ouviremos inúmeros "a nível de Brasil", "houveram muitos problemas", "menas pessoas", "há dez anos atrás", "fazem muitos anos que não a vejo", etc.
      Entendo que, a partir daí, as regras gramaticais não farão mais nenhum sentido na nossa língua portuguesa.
      Sem contar que na conjugação desse mesmo verbo, no Pretérito Perfeito do Indicativo, vocês acentuaram a primeira pessoa do plural, regra de acentuação que desconheço e que, se vocês observarem, também não consta do Houaiss.
      Permita-me uma segunda observação: a resposta para essa pesquisa vocês consultaram Rebelo Gonçalves, no Vocabulário da Língua Portuguesa, datado de 1966. A última reforma ortográfica data, se não me engano, de 1973, portanto muito tempo depois.