Significado de deslize-se-tos

    A forma deslize-se-tospode ser [masculino singular de deslizedeslize], [primeira pessoa singular do presente do conjuntivo de deslizardeslizar], [terceira pessoa singular do imperativo de deslizardeslizar] ou [terceira pessoa singular do presente do conjuntivo de deslizardeslizar].

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    deslizardeslizar
    ( des·li·zar

    des·li·zar

    )
    Conjugação:regular.
    Particípio:regular.

    verbo intransitivo

    1. Escorregar brandamente; ir resvalando; derivar suavemente.

    2. Desviar-se um tanto do bom caminho.

    3. Ir correndo.

    4. Passar em silêncio.

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    deslizedeslize
    ( des·li·ze

    des·li·ze

    )

    nome masculino

    1. Ato de deslizar.

    2. Desvio do dever.

    3. Descuido; lapso; engano.

    4. Queda moral.

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    Esta palavra no dicionário

    corredio | adj.

    Que corre ou desliza facilmente....


    antideslizante | adj. 2 g.

    Que impede o deslizamento ou diminui o risco de escorregar (ex.: pavimento antideslizante)....


    almofada | n. f.

    Espécie de saco estofado para assento, para recosto da cabeça ou para fins decorativos (ex.: almofada de penas)....


    Histórico de pesquisas

    A palavra "deslize-se-tos" nas notícias



      Dúvidas linguísticas


      Minha dúvida de hoje se refere ao uso dos advérbios com terminação -mente. Exemplos: diretamente, comercialmente, industrialmente... São palavras não dicionarizadas, porém citadas no próprio dicionário na definição de outras palavras. Já a palavra conseqüentemente, muito usada na linguagem coloquial, também não é dicionarizada, mas imagino ser um erro ortográfico. Verdade? Gostaria de ter uma explicação a respeito da formação/construção desses advérbios (terminados em -mente). Creio estar no radical a chave do problema. No entanto, gostaria de ter mais segurança ao escrevê-los. Como saber se é um erro ou não, se nem todos os advérbios falados no dia-a-dia estão dicionarizados?


      Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?