Significado de desfazeres

    A forma desfazeresé [segunda pessoa singular infinitivo flexionado de desfazerdesfazer].

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    desfazerdesfazer
    |zê| |zê|
    ( des·fa·zer

    des·fa·zer

    )
    Conjugação:irregular.
    Particípio:irregular.

    verbo transitivo

    1. Destruir o que está feito. = DESMANCHAR, DESPEDAÇAR

    2. Revogar.

    3. Dissolver; diluir.

    4. Pulverizar.

    5. Dissipar (dúvida).

    6. Resolver (dificuldade).

    7. Desvanecer.

    8. Devolver.

    9. Depreciar.

    10. Anular.

    11. Refutar (argumento).

    verbo intransitivo

    12. Falar mal de, apoucar.

    verbo pronominal

    13. Aniquilar-se; perder-se; ficar reduzido a nada.

    14. Dissipar-se; dissolver-se; desmanchar-se; transformar-se.

    15. Ficar reduzido a.

    16. Verter com abundância.

    17. Vender; dar.

    18. Ver-se livre de.

    19. Fazer grandes demonstrações de afeto ou de amabilidade. = DERRETER-SE


    não desfazendo

    • [Informal] • [Informal] Expressão usada para indicar que, quando se elogia algo ou alguém, não se pretende retirar valor, prestígio ou qualidade a outro ou outros (ex.: não desfazendo, este rapaz é muito inteligente; aquela casa era uma das melhores, não desfazendo na vossa).

    etimologiaOrigem:des- + fazer.

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    Esta palavra no dicionário

    esvaecido | adj.

    Que se esvaeceu; desfeito; dissipado; enfraquecido; desanimado....


    Histórico de pesquisas

    A palavra "desfazeres" nas notícias



      Dúvidas linguísticas


      Estive a fazer uma pesquisa e não percebo o porquê dos sufixos -ção e -são. Porque é que é compreensão e não compreenção? Porque é que é atenção e não atensão? Do que procurei cheguei à expressão sufixos nominalizadores, mas não consegui obter resposta.


      Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?