Significado de desbastar-se-mos

    A forma desbastar-se-mospode ser [infinitivo de desbastardesbastar], [primeira pessoa singular do futuro do conjuntivo de desbastardesbastar], [primeira pessoa singular infinitivo flexionado de desbastardesbastar], [terceira pessoa singular do futuro do conjuntivo de desbastardesbastar] ou [terceira pessoa singular infinitivo flexionado de desbastardesbastar].

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    desbastardesbastar
    ( des·bas·tar

    des·bas·tar

    )
    Conjugação:regular.
    Particípio:regular.

    verbo transitivo

    1. Tornar menos basto.

    2. Dar (a madeiras ou pedras) o primeiro lavor.

    3. Tirar o grosso de.

    4. Cortar ramas (de árvores muito ramudas).

    5. [Figurado] [Figurado] Limpar, polir, civilizar.

    = SinónimoSinônimo geral: DEBASTAR

    etimologiaOrigem:des- + basto + -ar.

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    Esta palavra no dicionário

    apicoado | adj.

    Desbastado toscamente a picão....


    Que sofreu desbaste feito com ferramentas próprias (ex.: acabamento escacilhado; pedra escacilhada)....


    arrife | n. m.

    Desbaste de arvoredo em mata (para abrir caminho)....


    escoda | n. f.

    Instrumento com que os canteiros alisam a cantaria já desbastada ao picão....


    chula | n. f.

    Instrumento para desbastar tábuas ou pequenas peças de madeira....


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      Dúvidas linguísticas


      Minha dúvida de hoje se refere ao uso dos advérbios com terminação -mente. Exemplos: diretamente, comercialmente, industrialmente... São palavras não dicionarizadas, porém citadas no próprio dicionário na definição de outras palavras. Já a palavra conseqüentemente, muito usada na linguagem coloquial, também não é dicionarizada, mas imagino ser um erro ortográfico. Verdade? Gostaria de ter uma explicação a respeito da formação/construção desses advérbios (terminados em -mente). Creio estar no radical a chave do problema. No entanto, gostaria de ter mais segurança ao escrevê-los. Como saber se é um erro ou não, se nem todos os advérbios falados no dia-a-dia estão dicionarizados?


      Na frase "...o nariz afilado do Sabino. (...) Fareja, fareja, hesita..." (Miguel Torga - conto "Fronteira") em que Sabino é um homem e não um animal, deve considerar-se que figura de estilo? Não é personificação, será animismo? No mesmo conto encontrei a expressão "em seco e peco". O que quer dizer?