Significado de corrimão

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    corrimãocorrimão
    ( cor·ri·mão

    cor·ri·mão

    )
    Imagem

    Peça de madeira, metal, etc., que acompanha os lanços das escadas para apoio da mão.

    nome masculino

    1. Peça de madeira, metal, etc., que acompanha os lanços das escadas para apoio da mão.Imagem = MAINEL

    2. [Marinha] [Marinha] Parte superior do parapeito da borda, tombadilho, etc.

    etimologiaOrigem:corr[er] + -i- + mão.
    vistoPlural: corrimãos ou corrimões.
    iconPlural: corrimãos ou corrimões.

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    guarda-corpos | n. m. 2 núm.

    Proteção na parte inferior de varanda, balcão, corrimão....


    balaústre | n. m.

    Colunelo ou pequeno pilar que, geralmente com outros, sustenta um peitoril ou corrimão....


    guarda-mancebos | n. m. 2 núm.

    Cada um dos cabos que servem de corrimão de corda ao longo do gurupés ou ao longo da borda da embarcação....


    sanca | n. f.

    Parte do corrimão que sai fora do talabardão....


    guarda-corpo | n. m.

    Proteção na parte inferior de varanda, balcão, corrimão....


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      Dúvidas linguísticas


      Minha dúvida de hoje se refere ao uso dos advérbios com terminação -mente. Exemplos: diretamente, comercialmente, industrialmente... São palavras não dicionarizadas, porém citadas no próprio dicionário na definição de outras palavras. Já a palavra conseqüentemente, muito usada na linguagem coloquial, também não é dicionarizada, mas imagino ser um erro ortográfico. Verdade? Gostaria de ter uma explicação a respeito da formação/construção desses advérbios (terminados em -mente). Creio estar no radical a chave do problema. No entanto, gostaria de ter mais segurança ao escrevê-los. Como saber se é um erro ou não, se nem todos os advérbios falados no dia-a-dia estão dicionarizados?


      Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?