PT
BR
Pesquisar
Definições



contaminardes

A forma contaminardespode ser [segunda pessoa plural do futuro do conjuntivo de contaminarcontaminar] ou [segunda pessoa plural infinitivo flexionado de contaminarcontaminar].

Sabia que? Pode consultar o significado de qualquer palavra abaixo com um clique. Experimente!
contaminarcontaminar
( con·ta·mi·nar

con·ta·mi·nar

)
Conjugação:regular.
Particípio:regular.


verbo transitivo e pronominal

1. Transmitir ou apanhar infecção ou doença (ex.: adoeceu, mas não contaminou a família; não sabe como se contaminou). = CONTAGIAR, INFECTAR

2. Alterar ou alterar-se o que é puro ou respeitável, por contacto vil ou pestilento. = MANCHAR, POLUIR, SUJARPURIFICAR

3. Alterar ou alterar-se para um estado ética ou moralmente negativo. = CORROMPER, PERVERTER


verbo transitivo

4. Comunicar alguma doença, mal ou vício. = INFECCIONAR

etimologiaOrigem etimológica:latim contamino, -are, misturar, manchar pelo contacto, sujar, contagiar, corromper, alterar.

Auxiliares de tradução

Traduzir "contaminardes" para: Espanhol Francês Inglês


Dúvidas linguísticas



Gostaria de saber se o verbo vir na frase eu não quero que eles "vão" à festa, está correto e se não qual é a forma correta.
Na frase Eu não quero que eles vão à festa está presente o verbo ir, indicando que alguém faz uma acção de se deslocar de cá para lá, ou de um local próximo para um local mais afastado.
Se quiser utilizar o verbo vir, indicando que alguém faz uma acção de se deslocar de lá para cá, ou de um local afastado para um local mais próximo de quem fala, deverá utilizar a forma venham.
Em ambos os casos, a frase estará correcta, pois trata-se de formas verbais no presente do conjuntivo (ou presente do subjuntivo, no português do Brasil), por fazer parte de uma oração subordinada completiva ou integrante, que é complemento directo do verbo querer. As duas frases apenas diferem no sentido dado por ser o verbo ir ou o verbo vir.




A língua portuguesa a partir deste ano não seria unificada? As palavras não seriam igualmente escritas em todos os países que têm como língua mãe o português?
O que está em discussão quando se fala do Acordo Ortográfico (cuja entrada em vigor e período de transição têm datas variáveis consoante cada país) não é uma unificação da língua, mas uma "ortografia unificada" (cf. primeiro parágrafo do Acordo Ortográfico de 1990).

A linguagem escrita, contrariamente à linguagem oral, não é adquirida por exposição a textos escritos, antes resulta de aprendizagem, isto é, de alfabetização. Através de processos de repetição, de leitura e de memorização há uma aprendizagem formal, geralmente institucionalizada, da representação gráfica da oralidade. Tal representação obedece a regras convencionadas, algumas das quais adquiridas de forma explícita. A ortografia é então apenas uma parte da língua, a mais convencionada e menos natural, que corresponde à forma gráfica que a língua assume nos seus suportes escritos.

O Acordo Ortográfico pretende uniformizar, de alguma forma, a ortografia da língua portuguesa, mas este texto legal não pretende neutralizar as variadíssimas diferenças e variantes entre as variedades do português, principalmente no que diz respeito ao léxico, à fonética ou à sintaxe. Mesmo a nível ortográfico, há diferenças, principalmente entre a norma brasileira e a norma portuguesa, que não estão previstas e não são resolvidas pelo Acordo Ortográfico, nomeadamente aquelas que resultam da tradição lexicográfica (i.e., o registo das palavras nos dicionários, ao longo de muitos anos) diferente em Portugal e no Brasil (ex.: alforge, beringela, connosco ou missanga na norma europeia e alforje, berinjela, conosco ou miçanga na norma brasileira).