Significado de coíbe-to

    A forma coíbe-topode ser [segunda pessoa singular do imperativo de coibircoibir] ou [terceira pessoa singular do presente do indicativo de coibircoibir].

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    coibircoibir
    |u-i| |u-i|
    ( co·i·bir

    co·i·bir

    )
    Conjugação:regular.
    Particípio:regular.

    verbo transitivo

    1. Obstar à continuação de; fazer cessar. = IMPEDIR, REPRIMIR

    2. Impor limites a. = LIMITAR

    3. Causar inibição. = INIBIR

    verbo pronominal

    4. Privar-se, abster-se.

    5. Inibir-se, conter-se.

    etimologiaOrigem:latim cohibeo, -bere, ter juntamente, conter, manter, reter, impedir, reprimir, recusar.

    Secção de palavras relacionadas

    Esta palavra no dicionário

    coibido | adj.

    Que se coibiu ou reprimiu....


    coibir | v. tr. | v. pron.

    Obstar à continuação de; fazer cessar....


    tolher | v. tr. | v. pron.

    Proibir, vedar, impedir, estorvar....


    repressão | n. f.

    Ato ou efeito de reprimir ou de se reprimir....


    Histórico de pesquisas

    A palavra "coíbe-to" nas notícias



      Dúvidas linguísticas


      Considero de extrema valia o site da Priberam. Tem me sido útil e o consulto com freqüência. O trabalho feito é realmente de qualidade. Gostaria de aproveitar a ocasião e questionar a respeito da palavra infungível, que consultei no site e embora conste que a palavra existe, não consegui obter seu significado. Agradeço a atenção e gostaria, se fosse possível, obter o significado desta palavra.


      Com relação à conjugação do verbo adequar e às explicações que vocês forneceram para uma consulta enviada, quero registrar que estranha-me o fato de vocês terminarem a explicação dizendo "..., como afirma Rebelo Gonçalves, que o termo (no caso, uma forma verbal) que hoje não passa de uma hipótese, futuramente poderá ser uma realidade."
      Seguramente, se formos considerar tudo o que hoje é uma hipótese, já como realidade ouviremos inúmeros "a nível de Brasil", "houveram muitos problemas", "menas pessoas", "há dez anos atrás", "fazem muitos anos que não a vejo", etc.
      Entendo que, a partir daí, as regras gramaticais não farão mais nenhum sentido na nossa língua portuguesa.
      Sem contar que na conjugação desse mesmo verbo, no Pretérito Perfeito do Indicativo, vocês acentuaram a primeira pessoa do plural, regra de acentuação que desconheço e que, se vocês observarem, também não consta do Houaiss.
      Permita-me uma segunda observação: a resposta para essa pesquisa vocês consultaram Rebelo Gonçalves, no Vocabulário da Língua Portuguesa, datado de 1966. A última reforma ortográfica data, se não me engano, de 1973, portanto muito tempo depois.