Dicionário Priberam Online de Português Contemporâneo
Dicionário Priberam da Língua Portuguesa
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cidadã

fem. sing. de cidadãocidadão
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ci·da·dão ci·da·dão


(cidade + -ão)
nome masculino

1. Indivíduo no gozo dos direitos civis e políticos de um estado livre.

2. Habitante de cidade. = CITADINO

adjectivo
adjetivo

3. Que é relativo aos indivíduos de um estado livre no gozo de direitos civis e políticos (ex.: comportamento cidadão; consulta cidadã; direitos cidadãos; segurança cidadã). = CÍVICO

Feminino: cidadã ou cidadoa (depreciativo). Plural: cidadãos.Feminino: cidadã ou cidadoa (depreciativo). Plural: cidadãos.
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Dúvidas linguísticas


Estou estudando verbos, mas aprendi que existem 3 modos verbais; aqui neste site, vi que tem mais que três. Ainda não conhecia o que está aqui neste site. Por favor, gostaria que me explicasse. O que eu conheço são os modos no indicativo, subjuntivo e o imperativo.
Tal como é afirmado na Gramática Priberam, no capítulo sobre os Modos dos Verbos, são geralmente considerados pelos gramáticos três modos verbais: o indicativo (ex.: ele foi a São Paulo), o conjuntivo ou subjuntivo (ex.: talvez haja boas notícias) e o imperativo (ex.: come a sopa!). Há, no entanto, autores que referem que o condicional ou futuro do pretérito, o futuro do indicativo e o infinitivo podem também eles apresentar valores modais em certos contextos.

A divisão patente na conjugação dos verbos do Dicionário Priberam e no conjugador do FLiP apresenta uma categorização mista entre modos, tempos e formas nominais do verbo. Iremos, no entanto, repensar esta categorização para que os nossos usuários não sejam induzidos em erro.




Por Portaria foram criados os seguintes postos na Polícia de Segurança Pública: Agente; Agente Principal; Chefe; Subcomissário; Comissário; Subintendente; Intendente; Superintendente e Superintendente-Chefe. Atendendo ao facto de a PSP ter mulheres no seu quadro, solicito, se possível, que me informem como devo tratar uma senhora. Ex. 1 - Senhora Subcomissário Anabela ou Senhora Comissário Zélia; ex. 2 - Senhora Subcomissária Anabela ou Senhora Comissária Zélia. Julgo que o ex. 1 é que está correcto uma vez que não foi criado o posto de Subcomissária nem de Comissária.
Do ponto de vista exclusivamente gramatical, deveria haver flexão em género nos substantivos flexionáveis, como subcomissário/a (se se tratar de um substantivo de dois géneros, como agente, onde não há morfema para marcar o feminino, este problema não se coloca). No entanto, as questões linguísticas não se limitam a simples flexões e incluem variáveis de ordem social, cultural ou mesmo política, o que origina a impossibilidade de respostas peremptórias neste campo.

Nas Forças Armadas, por exemplo, onde o recrutamento feminino passou a ser feito de forma regular apenas nos anos 90 do século passado, as designações das pessoas que ocupam postos ou graduações são maioritariamente substantivos de dois géneros, em que a mesma forma serve para designar o militar de sexo masculino (ex.: o cabo Silva) e a militar de sexo feminino (ex.: a cabo Silva). Este uso pode ser observado, por exemplo, no artigo “As mulheres nas Forças Armadas” da Revista da Armada, pp. 13-16.

No caso específico da hierarquia policial, a maioria dos postos corresponde a substantivos de dois géneros que não colocam problemas relacionados com a flexão em género (ex.: o/a agente, o/a chefe, o/a intendente). Os casos problemáticos são comissário e subcomissário, palavras que admitem flexão em género (ex.: comissário/a) e que até são comummente usadas flexionadas noutros contextos (ex.: comissária europeia). Relativamente a esta questão, importa distinguir os postos policiais dos polícias que ocupam esses postos. Assim, os postos ou graduações criados por portaria correspondem geralmente a um substantivo masculino, pois o masculino é o género não marcado do português, considerado neutro quando não se pretende especificar o género. Um exemplo que pode ser clarificador é o caso do estatuto dos docentes universitários, em que são legalmente referidos cargos como professor catedrático ou professor associado, sem que nos falantes haja alguma dúvida em utilizar as formas femininas para referir as professoras catedráticas ou associadas que ocupam esses cargos.

Voltando às forças policiais, podendo a pessoa que ocupa um posto ser do sexo feminino ou masculino e havendo uma palavra que habitualmente flexiona em género (como é o caso de comissário/a), a flexão feminina deverá ser utilizada para designar a mulher polícia que ocupa esse posto. Acresce a este facto o uso comum que já têm os femininos como comissária e subcomissária, inclusive na comunicação social, provavelmente por ser o recrutamento de mulheres mais recuado na polícia do que nas Forças Armadas. O comportamento linguístico destes substantivos parece contrastar com as designações femininas relativas às Forças Armadas, onde as formas com flexão no feminino parecem ser residuais (ex.: soldada) e por vezes depreciativas (ex.: generala).

Pelos motivos acima apontados, as formas de tratamento Senhora Subcomissária Anabela ou Senhora Comissária Zélia são aquelas que melhor respeitam as regras de flexão da língua portuguesa e não parecem violar usos consagrados.

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Palavra do dia

war·fa·ri·na war·fa·ri·na


(inglês warfarin, de W[isconsin] A[lumni] R[esearch] F[oundation], sociónimo + [cum]arin, cumarina)
nome feminino

[Química]   [Química]  Substância (C19H16O4) usada como anticoagulante na prevenção de tromboses e na composição de raticidas. = VARFARINA

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in Dicionário Priberam da Língua Portuguesa [em linha], 2008-2021, https://dicionario.priberam.org/cidad%C3%A3 [consultado em 24-09-2021]