Significado de cacetear-ma

    A forma cacetear-mapode ser [infinitivo de cacetearcacetear], [primeira pessoa singular do futuro do conjuntivo de cacetearcacetear], [primeira pessoa singular infinitivo flexionado de cacetearcacetear], [terceira pessoa singular do futuro do conjuntivo de cacetearcacetear] ou [terceira pessoa singular infinitivo flexionado de cacetearcacetear].

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    cacetearcacetear
    ( ca·ce·te·ar

    ca·ce·te·ar

    )
    Conjugação:regular.
    Particípio:regular.

    verbo transitivo e intransitivo

    1. Bater com cacete.

    2. Causar aborrecimento, incómodo. = ABORRECER, AMOFINAR, CHATEAR, INCOMODAR, MAÇAR ≠ AGRADAR, ESTIMULAR, SATISFAZER

    = SinónimoSinônimo geral: CACETAR

    etimologiaOrigem:cacete + -ear.

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    Esta palavra no dicionário

    cacetar | v. tr.

    Bater com cacete; dar cacetadas....


    paulificar | v. tr. e intr.

    Causar aborrecimento ou enfado....


    cacetear | v. tr. e intr.

    Bater com cacete....


    Histórico de pesquisas

    A palavra "cacetear-ma" nas notícias



      Dúvidas linguísticas


      Minha dúvida de hoje se refere ao uso dos advérbios com terminação -mente. Exemplos: diretamente, comercialmente, industrialmente... São palavras não dicionarizadas, porém citadas no próprio dicionário na definição de outras palavras. Já a palavra conseqüentemente, muito usada na linguagem coloquial, também não é dicionarizada, mas imagino ser um erro ortográfico. Verdade? Gostaria de ter uma explicação a respeito da formação/construção desses advérbios (terminados em -mente). Creio estar no radical a chave do problema. No entanto, gostaria de ter mais segurança ao escrevê-los. Como saber se é um erro ou não, se nem todos os advérbios falados no dia-a-dia estão dicionarizados?


      Com relação à conjugação do verbo adequar e às explicações que vocês forneceram para uma consulta enviada, quero registrar que estranha-me o fato de vocês terminarem a explicação dizendo "..., como afirma Rebelo Gonçalves, que o termo (no caso, uma forma verbal) que hoje não passa de uma hipótese, futuramente poderá ser uma realidade."
      Seguramente, se formos considerar tudo o que hoje é uma hipótese, já como realidade ouviremos inúmeros "a nível de Brasil", "houveram muitos problemas", "menas pessoas", "há dez anos atrás", "fazem muitos anos que não a vejo", etc.
      Entendo que, a partir daí, as regras gramaticais não farão mais nenhum sentido na nossa língua portuguesa.
      Sem contar que na conjugação desse mesmo verbo, no Pretérito Perfeito do Indicativo, vocês acentuaram a primeira pessoa do plural, regra de acentuação que desconheço e que, se vocês observarem, também não consta do Houaiss.
      Permita-me uma segunda observação: a resposta para essa pesquisa vocês consultaram Rebelo Gonçalves, no Vocabulário da Língua Portuguesa, datado de 1966. A última reforma ortográfica data, se não me engano, de 1973, portanto muito tempo depois.