Dicionário Priberam da Língua Portuguesa
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cônjugecônjuge | s. m.
Sabia que? Pode consultar o significado de qualquer palavra abaixo com um clique. Experimente!

côn·ju·ge |juje| côn·ju·ge |juje|
(latim conjux, -ugis)
substantivo masculino

Pessoa casada com outra, em relação a esta (ex.: cônjuge feminino, cônjuge masculino). = CONSORTE, ESPOSO

Confrontar: conjugue.

Ver também dúvida linguística: género de cônjuge.
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Dúvidas linguísticas


A minha dúvida prende-se com a palavra rubrica. Julgo que é utilizada para designar um tipo de assinatura, mas também como sinónimo de assunto. A entoação da palavra é diferente nos dois casos, mas a ortografia é igual?
Deverá pronunciar sempre /rubríca/ e não /rúbrica/.

Como poderá verificar ao consultar o verbete rubrica no Dicionário Priberam da Língua Portuguesa, esta palavra tem vários sentidos ou acepções, alguns dos quais correspondem aos apontados na sua questão.

No que diz respeito à sua pronúncia, esta palavra só pode ser pronunciada correctamente como palavra grave, com acento de intensidade na penúltima sílaba: ru['bri]ca (a plica que surge na transcrição entre parênteses rectos corresponde ao acento de intensidade na sílaba -bri-), independentemente do sentido em que é utilizada. Esta acentuação deriva do étimo latino desta palavra, cuja penúltima sílaba era pronunciada como longa.

A pronúncia desta palavra como palavra esdrúxula, isto é, *['ru]brica, com acento de intensidade na antepenúltima sílaba, é incorrecta (como indica o asterisco), apesar de muito difundida, e só poderia ser aceite caso a ortografia desta palavra fosse *rúbrica (forma não atestada em nenhuma obra de referência).

Esta é uma questão de adequação ortografia/pronúncia segundo as regras ortográficas do português e o Acordo Ortográfico de 1990 não alterou nada neste âmbito.




Quais as colocações corretas? Ou todas estão incorretas?
Maria subiu em cima da mesa e pisou forte.
Carlos entrou dentro do carro e foi embora.
João entrou dentro da casa do seu tio e quebrou tudo.

Maria subiu na mesa e pisou forte.
Carlos entrou no carro e foi embora.
João entrou na casa do seu tio e quebrou tudo.
Relativamente à questão que coloca, todas as frases que menciona estão correctas do ponto de vista gramatical. No entanto, do ponto de vista lógico, apenas as frases que se seguem estão correctas:

Maria subiu na mesa e pisou forte.
Carlos entrou no carro e foi embora.
João entrou na casa do seu tio e quebrou tudo.


Com efeito, as restantes frases são consideradas menos aceitáveis por incluírem pleonasmos viciosos:

Maria subiu em cima da mesa e pisou forte.
Carlos entrou dentro do carro e foi embora.
João entrou dentro da casa do seu tio e quebrou tudo.


O pleonasmo consiste na repetição de uma ideia já expressa, mas por meio de outras palavras. O seu uso é considerado vicioso quando a repetição não acrescenta informação nova: nos casos em apreço, a semântica do verbo subir já implica “para cima, em cima” e a semântica do verbo entrar já implica “dentro”, pelo que estamos na presença de redundâncias que se devem evitar. O emprego do pleonasmo nestes casos é condenável pelos principais gramáticos; contudo, é perfeitamente aceitável em situações que visam sobretudo realçar determinado sentido ou atingir fins estilísticos e poéticos, como na frase Eu vi com estes olhos que a terra há-de comer.

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Palavra do dia

fal·sa·-bra·ga fal·sa·-bra·ga
(falsa, feminino de falso + braga)
substantivo feminino

[Fortificação]   [Fortificação]  Espécie de muro entre a muralha e o fosso. = BARBACÃ

Plural: falsas-bragas.Plural: falsas-bragas.
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in Dicionário Priberam da Língua Portuguesa [em linha], 2008-2013, https://dicionario.priberam.org/c%C3%B4njuge [consultado em 06-12-2019]