Dicionário Priberam da Língua Portuguesa
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brochebroche | s. m.
1ª pess. sing. pres. conj. de brocharbrochar
3ª pess. sing. imp. de brocharbrochar
3ª pess. sing. pres. conj. de brocharbrochar
Sabia que? Pode consultar o significado de qualquer palavra abaixo com um clique. Experimente!

bro·che |ó| bro·che |ó|
(francês broche)
substantivo masculino

1. Jóia ou adorno com um alfinete para prender como enfeite na roupa ou para prender um xaile ou lenço. = PREGADEIRA

2. Fivela que guarnece ligas, fitas, etc.

3. Fecho metálico de livros, pastas ou outros objectos. = BROCHA

4. [Antigo]   [Antigo]  Peça que afivela certas partes da armadura. = BROCHA

5. [Portugal, Calão]   [Portugal, Tabuísmo]  Prática sexual que consiste em estimular o pénis com a boca ou com a língua. [Equivalente no português do Brasil: boquete.] = CHAMADA PARA TÓQUIO, FELAÇÃO


bro·char bro·char - ConjugarConjugar
(brocha + -ar)
verbo transitivo

1. [Encadernação]   [Encadernação]  Coser as folhas dos livros e envolvê-las em capa de papel ou cartolina.

2. Pregar brochas em.

3. Usar brocha em.

Confrontar: broxar.
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Dúvidas linguísticas


A minha dúvida é como se escreve correctamente esquece e comece, o c é com cedilha ou sem cedilha?
Como pode verificar no capítulo Sinais ortográficos da Gramática do Dicionário Priberam da Língua Portuguesa, a cedilha apenas se coloca sob o c antes das vogais a, o ou u e nunca antes de e ou i. De acordo com esta regra, as formas correctas são esquece e comece.



Qual é a expressão correcta: ...Em comunicado da Senhora Juiz... ou ...Em comunicado da Senhora Juíza...?
Presentemente, a palavra juiz designa um magistrado do sexo masculino (ex.: O juiz Roberto declarou aberta a sessão) e a palavra juíza designa um magistrado do sexo feminino (ex.: A juíza Margarida mandou evacuar a sala).

A hesitação na utilização do termo masculino juiz para designar um referente feminino (ex.: A juiz Margarida mandou evacuar a sala) resulta do facto de esse cargo ter sido, durante muitos anos, maioritariamente desempenhado por pessoas do sexo masculino, tal como muitas outras profissões (ex.: senador, presidente, ministro, etc.). As palavras designativas destes cargos foram sendo registadas na tradição lexicográfica como substantivos masculinos, reflectindo esse facto.

Porém, à medida que a sociedade em que vivemos se vai alterando, torna-se necessário designar novas realidades, como seja o caso da feminização dos nomes de algumas profissões, decorrente do acesso da população feminina a tais cargos. Por exemplo, as palavras chefe, presidente, comandante passaram a ser usadas e registadas nos dicionários como substantivos comuns de dois, ou seja, com uma mesma forma para os dois géneros, sendo o feminino ou o masculino indicado nos determinantes com que coocorrem, que flexionam em género, consoante o sexo do referente: havia o chefe e passou a haver a chefe (veja-se, a este propósito, a dúvida relativa a capataz). De igual modo, surgiram juízas, deputadas, vereadoras, governadoras, primeiras-ministras, engenheiras, etc. No primeiro caso optou-se por formas invariáveis, no último, por formas flexionáveis. Na origem de um ou de outro processo parece estar a analogia de palavras com a mesma terminação (no caso de juiz, as formas o petiz, a petiza) ou o uso que se vai generalizando.

Pode persistir alguma resistência na aceitação destes termos flexionados. No entanto, a estranheza inicial de uma forma flexionada como juíza ou primeira-ministra tem-se esbatido à medida que estas palavras surgem regularmente na imprensa escrita e falada. Esta mudança da língua é ainda atestada pelas mais recentes obras lexicográficas em língua portuguesa, como sejam o Dicionário de Língua Portuguesa Contemporânea (Academia das Ciências/Verbo, 2001) ou o Dicionário Houaiss da Língua Portuguesa (edição brasileira da Editora Objetiva, 2001; edição portuguesa do Círculo de Leitores, 2002), que registam o feminino juíza.

Em resultado do que atrás se disse, a expressão mais adequada é Em comunicado da Senhora Juíza.

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Palavra do dia

ir·ri·são ir·ri·são
(latim irrisio, -onis)
substantivo feminino

1. Atitude ou dito em relação a algo ou alguém com intenção de provocar o riso. = CHACOTA, ESCÁRNIO, MOFA, ZOMBARIA

2. [Por extensão]   [Por extensão]  Alvo dessa atitude ou dito que pretende provocar o riso.

3. Acontecimento que provoca riso de ironia ou de escárnio.

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in Dicionário Priberam da Língua Portuguesa [em linha], 2008-2013, https://dicionario.priberam.org/broche [consultado em 18-10-2019]