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borralho

borralhoborralho | n. m. | adj.
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bor·ra·lho bor·ra·lho


nome masculino

1. Brasido do lume de envolta com sua cinza.

2. Cinzas quentes.

3. Lar, lareira.

adjectivo
adjetivo

4. Diz-se do touro, cor de cinza.

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Os créditos da fotografia são da Luísa Borralho , numa oficina do LUGAR COMUM Uma imagem para um conceito: paisagem cultural..

Em A Outra Margem

...oficialmente na Missa Solene, tem a seguinte composição (ordem alfabética): Alexandra Reganha Jorge David Borralho José Hélder Manuel Guerreiro Abade Luís Manuel Garcia Guerreiro Luís Miguel Bergano Ramos

Em estado de Barrancos

...2º Miguel Pedro Rodrigues Escoval 3º Dalila Maria Alcario Lopes 4º Sérgio Miguel Segáo Borralho 5º Cristina Maria Rúbio Domingues Suplentes 6º António José Gavino Paixão 7º

Em estado de Barrancos

...2º Miguel Pedro Rodrigues Escoval 3º Dalila Maria Alcario Lopes 4º Sérgio Miguel Segão Borralho 5º Cristina Maria Rúbio Domingues Candidatos /as Suplentes 6º António José Gavino Paixão 7º...

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...Marques, 2º Miguel Pedro Rodrigues Escoval, 3º Dalila Maria Alcario Lopes, 4º Sérgio Segão Borralho e 5º Cristina Rúbio Domingues: Fonte: PS Barrancos

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Dúvidas linguísticas


Gostaria de saber qual é a grafia correcta para poster e seu plural, no sentido da apresentação destes posteres em congressos.
Além do anglicismo poster (“cartaz” ou “ampliação fotográfica”), os dicionários de língua portuguesa mais recentes registam ainda o seu aportuguesamento, que varia consoante se trate da norma europeia ou da norma brasileira do português. Assim, o Dicionário da Língua Portuguesa Contemporânea da Academia das Ciências de Lisboa (Lisboa: Editorial Verbo, 2001), bem como o Grande Dicionário Língua Portuguesa (Porto: Porto Editora, 2004), propõem para a norma europeia do português o aportuguesamento póster (com indicação do plural pósteres) e o Dicionário Houaiss da Língua Portuguesa (Rio de Janeiro: Editora Objetiva, 2001), bem como o Novo Dicionário Aurélio da Língua Portuguesa (Curitiba: Positivo, 2004), propõem para a norma brasileira do português o aportuguesamento pôster (com indicação do plural pôsteres).



A palavra fim de semana, aparece em todo o lado escrita com hífen, inclusive no vosso dicionário. Contudo, quando estudei a língua portuguesa nas cadeiras da faculdade, foi-nos dado como referência um manual que nos serviu como a Bíblia da Língua Portuguesa: a Nova Gramática do Português Contemporâneo. Esta gramática de Celso Cunha e Lindley Cintra afirma na página 107 que a palavra fim de semana é um exemplo de quando os elementos justapostos conservam a sua "autonomia gráfica", tais como Idade Média e pai de família. Assim sendo, gostaria que me informassem se é correcto a utilização das duas formas, ou se a Nova Gramática já está desactualizada.
O registo de fim-de-semana como palavra hifenizada é feito pela esmagadora maioria das obras de referência do português europeu, nomeadamente o Vocabulário da Língua Portuguesa, de Rebelo GONÇALVES, o Grande Vocabulário da Língua Portuguesa, de José Pedro MACHADO, o Dicionário da Língua Portuguesa On-line, o Dicionário da Língua Portuguesa Contemporânea da Academia das Ciências de Lisboa ou o Grande Dicionário Língua Portuguesa, da Porto Editora.

Como contraponto, a palavra hifenizada está praticamente ausente das obras de referência do português do Brasil, não constando, por exemplo, do Vocabulário Ortográfico da Língua Portuguesa, da Academia Brasileira de Letras. A locução fim de semana é registada em obras como o Dicionário Houaiss da Língua Portuguesa, o Novo Dicionário Aurélio da Língua Portuguesa ou o Aulete Digital - Dicionário Contemporâneo da Língua Portuguesa.

É interessante, neste aspecto, comparar a edição brasileira (Ed. Objetiva, 2001) e a portuguesa (Círculo de Leitores, 2002) do Dicionário Houaiss da Língua Portuguesa e verificar que apesar de fim de semana estar registado nas duas edições como locução e não como palavra hifenizada, na edição portuguesa foi acrescentada a observação "também se escreve com hífen".

Relativamente ao que está estipulado nos textos legais que regem a ortografia portuguesa, a regulamentação sobre o uso do hífen é tão vaga que permitiria justificar que grande parte das locuções nominais fosse escrita com hífen. Leia-se, por exemplo, parte do texto da base XXVIII, a respeito de palavras/locuções com a mesma estrutura de fim-de-semana: "Emprega-se o hífen nos compostos em que entram [...] dois ou mais substantivos, ligados ou não por preposição ou outro elemento [...] e em que o conjunto dos elementos, mantida a noção da composição, forma um sentido único ou uma aderência de sentidos. Exemplos: água-de-colónia, arco-da-velha, bispo-conde, brincos-de-princesa, cor-de-rosa". Se aplicarmos estas indicações a fim-de-semana, podemos concluir que esta locução pode corresponder a um sentido único, pois corresponde a um intervalo temporal específico que não se limita a ser o fim de uma semana de trabalho, uma vez que pode a semana pode começar ao domingo e este está incluído no fim-de-semana.

A Nova Gramática do Português Contemporâneo de Celso CUNHA e Lindley CINTRA não se encontra desactualizada, nem está incorrecta. O que acontece é que o ponto de partida desta gramática de 1985 foi a Gramática da língua portuguesa, de Celso Cunha (1972). Apesar de a colaboração de Lindley Cintra ter permitido incluir informação adicional sobre o português de Portugal e um contraste entre as duas normas, alguma informação veiculada segue a tradição lexicográfica do português do Brasil, como parece ser o caso com fim de semana. Citando os autores da referida gramática, "reitere-se que o emprego do hífen é uma simples convenção ortográfica" (p. 107) e, atendendo à sua parca regulamentação nos textos legais, baseia-se essencialmente nas tradições lexicográficas portuguesa e brasileira.

Em conclusão, pode dizer-se que não se trata de uma incorrecção escrever de uma ou de outra forma, pois não há determinação ortográfica que impeça nenhuma delas, tratando-se apenas de uma questão de respeito pela tradição lexicográfica das duas normas. Actualmente, será preferível escrever fim-de-semana no português de norma europeia, e fim de semana no português de norma brasileira, mas é de referir ainda que o Acordo Ortográfico assinado em 1990 (que, saliente-se, não está em vigor) preconiza (na alínea a) do art. 6.º da base XV), a forma fim de semana, ignorando o texto do parágrafo anterior que defende excepções "já consagradas pelo uso (como é o caso de água-de-colónia, arco-da-velha, cor-de-rosa, mais-que-perfeito, pé-de-meia, ao deus-dará, à queima-roupa)".

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Palavra do dia

al·var al·var


(alvo + -ar)
adjectivo de dois géneros
adjetivo de dois géneros

1. De cor quase branca. = ALVACENTO, ALVADIO, ALVARINHO, ESBRANQUIÇADO

adjectivo de dois géneros e nome de dois géneros
adjetivo de dois géneros e nome de dois géneros

2. [Depreciativo]   [Depreciativo]  Que ou quem mostra pouca inteligência ou muita ingenuidade (ex.: cara alvar; não ia responder àquele alvar). = PARVO, PATETA, TOLO

nome masculino

3. [Viticultura]   [Viticultura]  Casta de uva branca.

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