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bisado

bisadobisado | adj.
masc. sing. part. pass. de bisarbisar
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bi·sa·do bi·sa·do


(particípio de bisar)
adjectivo
adjetivo

Que se bisou ou repetiu (ex.: houve duas canções bisadas).


bi·sar bi·sar

- ConjugarConjugar

(bis + -ar)
verbo transitivo

1. Tornar a dizer ou a fazer. = REPETIR

2. Pedir a repetição de (ex.: bisar uma canção).

Confrontar: bicar.
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Dúvidas linguísticas


Inseri, no vosso corrector ortográfico, a palavra “desejante” que, há tempos, vi escrita, erradamente, em vez do adjectivo “desejoso”. Para surpresa minha, o citado corrector, no português de Portugal, não acusa o erro.
A palavra desejante, apesar de não se encontrar registada em nenhum dos dicionários de língua portuguesa à nossa disposição, está averbada no Vocabulário Ortográfico da Academia Brasileira de Letras e apresenta-se correctamente formada (através da aposição do sufixo -ante ao verbo desejar), daí a sua inclusão no léxico do corrector ortográfico do FLiP. O adjectivo desejante, cujo uso é bastante frequente (como se pode verificar através de pesquisas em corpora e motores de busca da Internet), partilha do significado do adjectivo desejoso (ex.: ela é uma pessoa desejosa de conhecimento = ela é uma pessoa desejante de conhecimento), apesar de este ser mais frequente e estar já consagrado pelo uso. Ambos resultam de processos regulares de derivação no português, pela junção, respectivamente, do sufixo -ante ao radical de um verbo e do sufixo -oso ao radical de um substantivo.



Por Portaria foram criados os seguintes postos na Polícia de Segurança Pública: Agente; Agente Principal; Chefe; Subcomissário; Comissário; Subintendente; Intendente; Superintendente e Superintendente-Chefe. Atendendo ao facto de a PSP ter mulheres no seu quadro, solicito, se possível, que me informem como devo tratar uma senhora. Ex. 1 - Senhora Subcomissário Anabela ou Senhora Comissário Zélia; ex. 2 - Senhora Subcomissária Anabela ou Senhora Comissária Zélia. Julgo que o ex. 1 é que está correcto uma vez que não foi criado o posto de Subcomissária nem de Comissária.
Do ponto de vista exclusivamente gramatical, deveria haver flexão em género nos substantivos flexionáveis, como subcomissário/a (se se tratar de um substantivo de dois géneros, como agente, onde não há morfema para marcar o feminino, este problema não se coloca). No entanto, as questões linguísticas não se limitam a simples flexões e incluem variáveis de ordem social, cultural ou mesmo política, o que origina a impossibilidade de respostas peremptórias neste campo.

Nas Forças Armadas, por exemplo, onde o recrutamento feminino passou a ser feito de forma regular apenas nos anos 90 do século passado, as designações das pessoas que ocupam postos ou graduações são maioritariamente substantivos de dois géneros, em que a mesma forma serve para designar o militar de sexo masculino (ex.: o cabo Silva) e a militar de sexo feminino (ex.: a cabo Silva). Este uso pode ser observado, por exemplo, no artigo “As mulheres nas Forças Armadas” da Revista da Armada, pp. 13-16.

No caso específico da hierarquia policial, a maioria dos postos corresponde a substantivos de dois géneros que não colocam problemas relacionados com a flexão em género (ex.: o/a agente, o/a chefe, o/a intendente). Os casos problemáticos são comissário e subcomissário, palavras que admitem flexão em género (ex.: comissário/a) e que até são comummente usadas flexionadas noutros contextos (ex.: comissária europeia). Relativamente a esta questão, importa distinguir os postos policiais dos polícias que ocupam esses postos. Assim, os postos ou graduações criados por portaria correspondem geralmente a um substantivo masculino, pois o masculino é o género não marcado do português, considerado neutro quando não se pretende especificar o género. Um exemplo que pode ser clarificador é o caso do estatuto dos docentes universitários, em que são legalmente referidos cargos como professor catedrático ou professor associado, sem que nos falantes haja alguma dúvida em utilizar as formas femininas para referir as professoras catedráticas ou associadas que ocupam esses cargos.

Voltando às forças policiais, podendo a pessoa que ocupa um posto ser do sexo feminino ou masculino e havendo uma palavra que habitualmente flexiona em género (como é o caso de comissário/a), a flexão feminina deverá ser utilizada para designar a mulher polícia que ocupa esse posto. Acresce a este facto o uso comum que já têm os femininos como comissária e subcomissária, inclusive na comunicação social, provavelmente por ser o recrutamento de mulheres mais recuado na polícia do que nas Forças Armadas. O comportamento linguístico destes substantivos parece contrastar com as designações femininas relativas às Forças Armadas, onde as formas com flexão no feminino parecem ser residuais (ex.: soldada) e por vezes depreciativas (ex.: generala).

Pelos motivos acima apontados, as formas de tratamento Senhora Subcomissária Anabela ou Senhora Comissária Zélia são aquelas que melhor respeitam as regras de flexão da língua portuguesa e não parecem violar usos consagrados.

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Palavra do dia

ar·tão ar·tão


(grego ártos, -ou, bolo ou pão de farinha de trigo)
nome masculino

[Pouco usado]   [Pouco usado]  Alimento feito de massa de farinha de cereais cozida num forno. = PÃO

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in Dicionário Priberam da Língua Portuguesa [em linha], 2008-2021, https://dicionario.priberam.org/bisado [consultado em 16-10-2021]