Dicionário Priberam da Língua Portuguesa
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agrônomos (norma brasileira)
autófonos (norma brasileira)
autônimos (norma brasileira)
autônomas (norma brasileira)
autônomo (norma brasileira)
autônomos (norma brasileira)

Caso a palavra que procura não seja nenhuma das apresentadas acima, sugira-nos a sua inclusão no dicionário.
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Dúvidas linguísticas


Qual a forma correcta: caboverdiano ou cabo-verdiano?
Como se poderá verificar pela consulta do verbete cabo-verdiano no Dicionário Priberam da Língua Portuguesa ou pela consulta de outros dicionários ou vocabulários de referência, a grafia a adoptar deverá ter hífen. Além de ser esta a forma registada na maioria dos dicionários gerais de língua, é também a forma preconizada pelo Acordo Ortográfico de 1945 (na base XXVIII) e pelo Tratado de Ortografia da Língua Portuguesa, de Rebelo GONÇALVES (Coimbra: Atlântida, 1947, p. 215), uma vez que "Os compostos onomásticos [...] têm os seus derivados directos escritos com hífen [...] sempre que eles assentem em mais do que um dos seus membros: belo-horizontino, de Belo Horizonte; cabo-verdiano, de Cabo Verde; campo-maiorense, de Campo Maior; castelo-vidense, de Castelo de Vide [...]".

O Acordo Ortográfico de 1990 não altera nada relativamente a este assunto.




Na frase que se segue, como devem ser conjugados os verbos jogar e vibrar? Fiquei observando Vítor, Rose e Flávia jogar e vibrar com o jogo. E nesta outra frase, o verbo tivera foi empregado de maneira correta? Ana melhorou, mas tivera que ficar internada em repouso pois estava doente.
Na primeira frase apresentada, os verbos jogar e vibrar deveriam estar no infinitivo pessoal: Fiquei observando Vítor, Rose e Flávia jogarem e vibrarem com o jogo. Isto deverá acontecer devido ao facto de o sujeito da oração principal ([eu] Fiquei observando) ser diferente do sujeito da oração completiva infinitiva que tem como sujeito Vítor, Rose e Flávia. Dito de outra forma e com outro exemplo, o infinitivo pessoal (forma flexionada, ex.: jogarem ou correrem) carece de sujeito próprio diferente do da oração principal (por exemplo: A mãe pediu para eles não correrem no jardim.). Se o sujeito fosse o mesmo da oração principal a oração infinitiva deveria ter um infinitivo não flexionado (Eu convenci-me a [eu] jogar futebol.).

Na segunda frase apresentada, Ana melhorou, mas tivera que ficar internada em repouso pois estava doente, o verbo está correctamente empregue. Neste caso, trata-se de uma articulação entre três tempos do passado (ou pretérito): Ana melhorou, no pretérito perfeito, indicando uma acção ou alteração perfeitamente acabada (a Ana já melhorou, não está ainda a melhorar), tivera de ficar internada, no pretérito mais-que-perfeito, indicando uma acção ou alteração que é passada e é anterior a outra acção ou tempo passados (a Ana melhorou no passado, mas num passado anterior teve de ficar internada) e estava doente, pretérito imperfeito, indicando que a acção ou alteração se prolongou no tempo (no passado, a Ana esteve doente, antes e durante o tempo em que esteve internada).

Palavra do dia

no·ca |ó| no·ca |ó|
(italiano nocca)
nome feminino

1. [Regionalismo]   [Regionalismo]  Articulação das falanges dos dedos. =

2. [Regionalismo]   [Regionalismo]  Esconderijo.

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in Dicionário Priberam da Língua Portuguesa [em linha], 2008-2020, https://dicionario.priberam.org/autonomous [consultado em 18-09-2020]