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auto-intitular

auto-intitularautointitularauto-intitularautointitular | v. pron.
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au·to·-in·ti·tu·lar au·to·in·ti·tu·lar au·to·-in·ti·tu·lar au·to·in·ti·tu·lar

- ConjugarConjugar

(auto- + intitular)
verbo pronominal

1. Atribuir a si próprio um nome ou título. = AUTODENOMINAR-SE

2. Fazer-se passar por. = INTITULAR-SE

Nota: Usa-se apenas como verbo pronominal.

• Grafia alterada pelo Acordo Ortográfico de 1990: autointitular.
• Grafia anterior ao Acordo Ortográfico de 1990: auto-intitular.


• Grafia alterada pelo Acordo Ortográfico de 1990: autointitular.
• Grafia anterior ao Acordo Ortográfico de 1990: auto-intitular

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Dúvidas linguísticas


Eu gostaria de saber se a palavra pró-atividade se escreve junto ou sem hífen e o significado da mesma.
Os dicionários de língua portuguesa não são unânimes em relação à grafia destas palavras, que alternam entre pró-actividade (pró-atividade, no português do Brasil) e proactividade (proatividade, no português do Brasil) e pró-activo (pró-ativo, no português do Brasil) e proactivo (proativo, no português do Brasil), uma vez que existem ambos os prefixos (pró- e pro-) com o sentido “a favor" ou "em defesa de”. O prefixo pró- separa-se sempre do elemento seguinte por hífen (ex.: pró-actividade, pró-americano, pró-ocidental, pró-socialista) e o prefixo pro- nunca se separa do elemento que se lhe segue (ex.: proactividade, procataléctico, procatártico), pelo que nenhuma das grafias pode ser considerada incorrecta, apesar de se notar uma tendência mais acentuada, nas obras lexicográficas, para o uso do prefixo pró-. O uso e registo das formas proactivo e proactividade podem também estar relacionados com o facto de o étimo mais próximo dessas palavras ser o inglês proactive.

Pró-actividade é um conceito utilizado frequentemente na área de gestão de empresas e designa a capacidade que alguém ou algo tem de fazer com que determinadas coisas aconteçam ou se desenvolvam.

É de referir que, pelo menos até à entrada em vigor do Acordo Ortográfico de 1990, as formas proactividade e pró-actividade são exclusivas do português europeu e as formas proatividade e pró-atividade são exclusivas do português do Brasil.




1. Como deve ser a concordância sujeito-predicado para nomes como os Camarões, as ilhas Maurícias, etc.? Deve o verbo estar no singular ou no plural?
2. No caso de países cujo nome começa com a palavra ilha ou ilhas, a primeira letra destas duas palavras deve grafar-se com maiúscula ou com minúscula? Ou seja, deve escrever-se Ilhas Maurícias ou ilhas Maurícias, por exemplo?
1. O verbo deve sempre concordar em número e pessoa com o sujeito, caso ele exista. Como, neste caso, o sujeito é plural (os Camarões), o verbo deverá estar igualmente no plural (ex.: Os Camarões são um Estado africano). No entanto, caso decidisse pelo uso de um precedente que designasse a organização política desse Estado, o verbo teria de concordar com essa designação e não com o nome do topónimo propriamente dito (ex.: A república dos Camarões situa-se no continente africano).

2. O Acordo Ortográfico de 1990 não se pronuncia explicitamente sobre esta questão, o mesmo acontecendo com o Acordo Ortográfico de 1945 e o Formulário Ortográfico de 1943, os textos legais anteriormente em vigor, respectivamente, para a norma europeia e para a norma brasileira do português.

Sobre esta questão, Rebelo Gonçalves pronuncia-se no seu Tratado de Ortografia da Língua Portuguesa (Coimbra: Atlântida, 1947, pp. 337-339), dizendo que se emprega minúscula inicial “Nos substantivos que significam  acidentes geográficos, tais como arquipélago, baía, cabo, ilha, lago, mar, monte, península, rio, serra, vale e tantos outros, quando seguidos de designações que os especificam toponimicamente". O autor lista como exemplos arquipélago dos Açores, baía de Guanabara, ilha da Madeira, ilhas Berlengas, ilha Terceira, mar Mediterrâneo ou monte Branco, entre outros.  Nesta regra inserir-se-ia o topónimo ilhas Maurícias, uma vez que a palavra ilhas, neste caso, apenas indica as características geográficas das Maurícias (designação comum da República da Maurícia, em português de Portugal, ou República do Maurício, em português do Brasil). Rebelo Gonçalves especifica algumas excepções a esta regra, quando, por exemplo, se utilizam topónimos em nomes de vias públicas (Rua da Ilha do Faial e não Rua da ilha do Faial) ou em títulos de obras (Tragicomédia Pastoril da Serra da Estrela e não Tragicomédia Pastoril da serra da Estrela). Estabelece ainda outra excepção quando se trata de combinações vocabulares que formam  locuções ou compostos toponímicos, i. e., locuções de onde não se pode omitir o substantivo que designa o acidente geográfico (ex.: Península Ibérica, Costa do Ouro, Monte Redondo, Serra de El-Rei).

Como foi referido acima, o Acordo Ortográfico de 1990 não se debruça explicitamente sobre esta questão, mas, implicitamente, parece não contrariar as indicações de Rebelo Gonçalves, uma vez que, a propósito de outros assuntos, o texto apresenta exemplos como “ilha de Santiago” (Base XVIII) ou o composto toponímico “Baía de Todos-os-Santos” (Base XV).

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Palavra do dia

y·oun·gui·a·no y·oun·gui·a·no


(Young, antropónimo + -iano)
adjectivo
adjetivo

1. Relativo a Arthur Young (1741-1820), economista e agrónomo inglês, ou às suas doutrinas.

2. Relativo a Edward Young (1683-1765), poeta e filósofo inglês, ou à sua escola.

3. Relativo a Thomas Young (1773-1829), médico, físico e egiptólogo inglês, ou às suas teorias.

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in Dicionário Priberam da Língua Portuguesa [em linha], 2008-2021, https://dicionario.priberam.org/auto-intitular [consultado em 26-09-2021]